Esta semana eu precisei adicionar novos discos em um servidor hotplug. Aqueles que você conecta o disco com todo o sistema rodando e… bem… ele deveria reconhecer o disco de imediato, configurar ativar e pronto. Mas na prática não é bem assim que acontece. Embora seja um procedimento simples. Leia mais…
Computação em nuvem está na moda. E-mails na nuvem, documentos na nuvem, programas baseados em nuvem e até todo o seu servidor pode estar na nuvem, agora, graças ao Dr. Russell temos também o próprio hypervisor – o “emulador de computador” (para simplificar os termos) – nas nuvens.
Nada de instalação complicadas, configurações macabras ou compilação de coisa alguma. Estou falando apenas de dar meia dúzia de cliques e ter um sistema Linux ou mesmo Windows rodando 100% em algum lugar por ai onde você pode acessar a sua interface gráfica via VNC ou então o seu prompt de comandos via terminal remoto com Telnet ou SSH e tudo grátis e acessível pelo seu browser. Gostou da ideia? Então sabia que isso existe. Leia mais…
Contratar gente qualificada em TI não é fácil. Dependendo da especialização requerida, a tarefa é ainda mais difícil, o que é um problema para as empresas, mas ótimo para os profissionais. Leia matéria completa de Rogério Jovaneli, na INFO Online.
Os departamentos de TI estão sob uma imensa pressão para entregar mais funcionalidade e capacidade em um período em que gastos estão sendo reajustados e os custos se elevando. O volume de gastos com energia e refrigeração de servidores, juntos com a dor de cabeça de gerenciar data-centers em franca expansão fazem desta tarefa um sério desafio. Investir em escalabilidade da maneira tradicional possui custos proibitivos e não é sustentável, o que causa um retorno as estratégias para um departamento de TI mais centralizado, integrado e, ultimamente, mais alinhado ao negócio[...]
Assim começa o interessante artigo de Kevin Skapinetz sobre segurança em ambientes virtualizados. O texto, disponível no site da Help Net Security e entitulado “Securing virtualized environments“[1] está em inglês mas é de leitura bem simples e agradável até mesmo para aqueles que dependem do dicionário bilíngue para entender o seu conteúdo.
Sem apresentar um parecer contra ou a favor da nova onda que está entrando pra ficar de vez nos nossos CPDs, o autor apresenta de forma sucinta, clara e direta os prós e os contras desta técnica.
Se a sua empresa ainda não se decidiu a favor ou contra esta tecnologia este será um bom ponto de partida para começar o seu estudo de viabilidade.
[1] Skapinetz, Kevin. Securing virtualized environments. Help Net Security. Aug. 2009. Disponível em <http://www.net-security.org/article.php?id=1278&p=1>. Acesso em 15-08-2009.
Já vai tarde. Fiquei bastante entusiasmado com a notícia que li no blog da comunidade Xen.org alguns dias atrás e como estava sem ânimo para traduzi deixei pra lá até que achei uma tradução da matéria no site da revista Linux Magazine para facilitar a leitura dos caros amigos “monoglotas”.
Resumindo o caso, depois de muita discussão decidiram abandonar a árvore do kernel 2.6.18 e adotar a árvore 2.6.29 como estável. Vantagens? Suporte a hardware atualizados e algumas dezenas ou mesmo centenas de patches de atualização já implementados. Como diz na tradução da revista: Adeus velharia!
Em agosto passado, eu postei aqui no blog a respeito de um teste de uso do Ubuntu 64bits, pois bem, foram pouco mais de 8 meses com um sistema de 64bits rodando no meu desktop e a conclusão que eu cheguei foi que é uma verdadeira bobagem se preocupar em usar um sistema desses ainda que o seu processador suporte. Leia mais…
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O Ubuntu 8.10 vem com a versão 2.0.6 do VirtualBox, embora esta versão seja boa e funcional, se você precisar fazer testes com rede e Internet passará maus momentos configurando uma bridge, que embora seja algo simples de ser feito é muito chato. A partir versão 2.1 este trabalho é dispensável e o próprio Virtual Box se encarrega de criar a bridge para você. O mais legal é que você pode instalar em qualquer variante do Debian, tal como o Xandros, Kubuntu etc.
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Uma coisa que estava me encucando era como criar uma cópia de uma dada máquina virtual para que ela pudesse ser executada em outro servidor. Os motivos para isso talvez só sejam claros para quem já precisou, como eu. Por exemplo precisei migrar 4 VM de um servidor Xen que começou apresentar problemas de hardware, para que este equipamento pudesse ser levado a assistência.
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A letra da música “Melô do marinheiro” dos “Paralamas do Sucesso” que fez muito sucesso nos anos 80 e 90 aqui no Brasil é um convite a reflexão para os marinheiros de primeira viagem no Linux. “...Quem te ensinou a nadar? Foi o tombo do navio, ou o balanço do mar?…”
Minha idéia com este artigo não é criar um tutorial ensinando conceitos básicos de Linux – visto que há muitos por ai – mas apenas trazer estes aspirantes à marinheiros a reflexão e a persistência no estudo deste sistema mesmo diante das dificuldades, mostrando por onde começar a obter ajuda. Leia mais…
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Eu tinha uma maquina virtual com Ubuntu instalada no meu servidor para testes e em um dos testes eu danifiquei a instalação de forma que a máquina não inicializava mais. Depois de tentar de tudo e desistir, veio a mente uma questão: Se fosse no meu servidor de e-mails virtualizado como eu iria transferir os dados dos usuários para outro servidor? Leia mais…