Quem nunca apagou um documento por engano ou modificou-o indevidamente e não tem como voltar a versão anterior, que atire o primeiro mouse. A gente sempre acha que a tecnologia não falha e que nunca faremos besteira, mas acabamos aprendendo o contrário (quando aprendemos) depois que já é tarde demais.
Para lembrá-lo de realizar esta tarefa tão vital, foi criado o Dia mundial do Backup (World Backup Day — March 31st), comemorado todo dia 31/3. Para participar é bem simples. Apenas faça uma cópia de tudo que está em seu computador, para um pendrive, CD, DVD, outro computador etc, não importa para onde desde que haja uma cópia. Este não é o backup ideal, mas para quem não tem nada, isso pode ser a diferença entre recomeçar do zero ou apenas dar um suspiro e continuar o trabalho… ah! e repita este procedimento periodicamente para assegurar que seu backup está sempre atualizado.
Não tenhas dúvidas, é isso mesmo que você entendeu ao ler o título deste post. Usar o DNA para armazenamento de informações pode ser a próxima evolução da tecnologia. Cientistas da Havard Medical School estão fazendo testes bem sucedidos de armazenamento de dados em moléculas de DNA. O Assunto foi publicado já há quase um mês na Science Magazine, mas não custa nada replicar a informação para quem não tem o hábito de lê-la. A grande vantagem é que é possível armazenar bilhões de gigabytes de dados em apenas um grama de DNA. Um simples miligrama de moléculas pode conter todos os livros da biblioteca do congresso americano. Se ilude quem achar que isso ainda está longe de se tornar real. Os testes já sairam do campo teórico e estão sendo feito na prática com sucesso.
Em testes práticos realizados recentemente foi possível armazenar um livro completo de genética em menos de um picograma de DNA (o equivalente a trilionésimo de grama). Problemas como morte celular, replicação etc ainda impedem que se use o DNA de células vivas por isso estão sendo usados DNA sintetizados em lâminas de vidro. Como o processo ainda é recente e não saiu dos laboratórios é de se saber que o processo todo ainda é muito caro, afinal de contas não se acha um sequenciador genético na esquina da Avenida Uruguaiana, no Rio, nem na Santa Efigênia em Sampa, mas isso certamente é questão de tempo. Por hora continue comparando os seus HDs de 2TB e pendrivers de 128GB, mas saiba que dentro algum tempo você os estará substituindo.
Esta semana eu precisei adicionar novos discos em um servidor hotplug. Aqueles que você conecta o disco com todo o sistema rodando e… bem… ele deveria reconhecer o disco de imediato, configurar ativar e pronto. Mas na prática não é bem assim que acontece. Embora seja um procedimento simples. Leia mais…
Se as pessoas “comuns” tivessem a real noção de como funciona um disco rígido elas jamais se desfariam de seus equipamentos com os discos. Recuperar arquivos de discos considerados destruídos é mais fácil do que parece. Faço questão de compartilhar com os nobres leitores um artigo da Zeljka Zorz, publicado na Net Security, que li esta semana e que aponta para uma pesquisa a respeito deste assunto. Para quem não tem domínio de língua inglesa, em resumo, o que o autor diz é que baseado no resultado de uma pesquisa realizada no Reino Unido com um conjunto de 200 discos rígidos, 20 pendrives e 20 telefones celulares, comprados pela empresa, ao menos 11% continham dados pessoais (fotos de família, e-mails, textos, planilhas, dados bancários etc) e 37% continham dados não pessoais (informações empresariais, por exemplo). Leia mais…
Alguns anos atrás eu estava procurando uma solução de armazenamento para usar lá na instituição onde trabalho e dentre as muitas informações que conheci e achei muito bacana foi o protocolo AoE (ATA over Ethernet). Trata-se de um protocolo para criar instâncias de discos virtuais sobre a camada 2 do modelo ISO/OSI.

Comparação entre o AoE e o iSCSI
Se você não consegue imaginar o que fazer com isso, então imagine-o como o primo pobre do iSCSI e do Fibre Channel. Você pode criar o seu próprio storage personalizado com qualquer a máquina. Monte um PC com suporte a vários discos em RAID (mesmo que seja SoftRAID), espete algumas placas de rede (quanto mais maior será a velocidade de acesso), configure o AoE e então compartilhe os seus discos no seu servidor Web, e-mail etc.
Embora não tenha chegado a usar esta solução no ambiente de produção acabei achando muito atraente para quem está com poucos recursos financeiros para investir em armazenamento. Se você se interessou então dê uma lida neste link que mostra como é simples de se implementar:
Using ATA Over Ethernet (AoE) On Debian Squeeze (Initiator And Target) | HowtoForge – Linux Howtos and Tutorials.
Doze. Este é o número de átomos necessários para armazenar um bit, segundo nova pesquisa publicada pelos engenheiros da IBM na revista Science. Com esta nova tecnologia o espaço necessário para armazenar dados poderá reduzir cerca de oitenta e três mil vezes. Isso ainda é uma pesquisa e não há data prevista para lançamento de um dispositivo com esta tecnologia, mas se a IBM está investindo neste campo é certo que em breve teremos novidades. Veja o vídeo: Researchers unveil new nano-data technology
Trocar o disco onde o seu sistema está instalado pode ser divertido, mas é um pouco trabalhoso então embora não haja riscos de se realizar este procedimento – desde que ele seja bem feito -, pode valer mais apena reinstalar tudo do zero. Leia mais…
Comprar equipamentos de informática está ficando cada vez pior com a nova leva de arrastadores de mouse que assolam os balcões de lojinhas. Nesta minha saga eu quase não consigo comprar um simples cabo. Um usuário leigo e inexperiente poderá acabar comprando gato por lebre e depois ter uma série de dor de cabeças.
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