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	<title>Wel. R. Braga</title>
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		<title>Modem USB no Ubuntu &#8211; ferramenta definitiva para fazê-los funcionar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 11:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de dezenas de posts sobre como configurar um modem USB no Ubuntu, finalmente parece que achei uma solução simples e que se resume na instalação de um único pacote no sistema. O pacote que já está disponível no repositório oficial do Ubuntu suporta 92 modelos distintos de modems e trabalhou com perfeição em 3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de dezenas de posts sobre como configurar um modem USB no Ubuntu, finalmente parece que achei uma solução simples e que se resume na instalação de um único pacote no sistema.</p>
<p>O pacote que já está disponível no repositório oficial do Ubuntu suporta 92 modelos distintos de modems e trabalhou com perfeição em 3  modelos da Huawei que tive a oportunidade de testar: E226, E1756 e E156,  sendo o primeiro com chip da operadora Claro e os outros dois da Vivo.<span id="more-1057"></span></p>
<p>Trata-se do <strong>usb-modeswitch</strong> quee pode ser instalado diretamente pelo aptitude (linha de comandos) ou pelo Synaptic (menu principal &gt; <strong>Sistema</strong> &gt; <strong>Administração</strong> &gt; <strong>Gerenciador de pacotes Synaptic</strong>).</p>
<p>A sua função é chavear o modem do modo de armazenamento para o modo de modem, e uma vez instalado basta clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do <strong>Network Manager</strong>, escolher <strong>Editar conexões</strong> e então adicionar uma nova conexão do tipo banda-larga móvel para a sua operadora.</p>
<p>Mais fácil que isso, nem no Windows (que precisa instalar o driver proprietário do equipamento).</p>
<p>Como encontrei <a href="http://www.google.com/search?q=ubuntu+usb_modeswitch" target="_blank">dezenas de links com exatamente o mesmo texto</a> fica difícil dar os devidos créditos para quem escreveu o primeiro post sobre ele então vou deixar apenas o link para o site oficial que embora ensine o procedimento para compilação da ferramenta a partir do código fonte, para os felizes usuários do Ubuntu, do Debian e algumas outras distribuições são ensinamentos dispensáveis.</p>
<p>Draisberghof. <strong>USB Mode Switch</strong>. disponível em: &lt;<a href="http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch" target="_blank">http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch</a>/&gt;.</p>
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		<title>Clientes SVN integrados ao gerenciador de arquivos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:09:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para quem estiver procurando um cliente Subversion que se integre ao gerenciador de arquivos e seja fácil de ser utilizado fica aqui uma dica rápida válida até mesmo para os sistemas da maça mordida e o da tela azul. Para Windows use o TortoiseSVN &#8211; Ele se integra ao Windows Explorer oferecendo todos os comandos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem estiver procurando um cliente Subversion que se integre ao gerenciador de arquivos e seja fácil de ser utilizado fica aqui uma dica rápida válida até mesmo para os sistemas da maça mordida e o da tela azul.<span id="more-1047"></span></p>
<p>Para <strong>Windows</strong> use o <strong>TortoiseSVN</strong> &#8211; Ele se integra ao Windows Explorer oferecendo todos os comandos necessários para gerenciar um repositório SVN a partir do menu de contexto do conteúdo (botão direito do mouse) dos objetos em sua cópia trabalho.</p>
<ul>
<li> Site oficial: <a href="http://tortoisesvn.net" target="_blank">http://tortoisesvn.net</a></li>
<li> Disponível para: Windows 32its e 64bits</li>
<li> Método de instalação: Conteiner em formato &#8220;.msi&#8221;, disponível no site do projeto</li>
</ul>
<p>Para <strong>Linux</strong> use o <strong>RabbitVCS</strong> &#8211; Este é um projeto inspirado no TortoiseSVN que embora ainda seja meio rústico atende muito bem a necessidade. Ele se integra ao Gnome (Nautilus) e ao XFCE (Thunar).</p>
<ul>
<li> Site oficial: <a href="http://rabbitvcs.org/" target="_blank">http://rabbitvcs.org</a></li>
<li> Disponível para: Ubuntu; Debian; Fedora; Arch; Gentoo; Mandriva; OpenSUSE; RHEL; CentOS</li>
<li> Método de instalação: Repositório oficial do Ubuntu, Debian, Fedora, Arch, Gentoo; consulte a página do projeto para verificar o procedimento para as outras distros.</li>
</ul>
<p>Para <strong>Mac OS</strong> use o <strong>SCPlugin</strong> &#8211; Uma ferramenta simliar as duas anteriores e que se integra ao Finder &#8211; gerenciador de arquivos do Mac OS X.</p>
<ul>
<li> Site oficial: <a href="http://www.ohloh.net/p/scplugin" target="_blank">http://www.ohloh.net/p/scplugin</a></li>
<li> Disponível para: Mac OS X (Power PC, ou Intel)</li>
<li> Método de instalação: Imagem de disco &#8220;.dmg&#8221;, disponível no site do projeto</li>
</ul>
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		<title>Use perfis do Firefox para manter multiplas configurações do seu navegador</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 11:09:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O gerenciador de perfis do Firefox é uma ferramenta que existe há muitos anos entretanto muita gente não o conhece e poucos dos que o conhecem não sabe usar. Um pouco de história Muita gente do tempo do Netscape deve se recordar que naquela época os computadores só tinham uma opção de sistema operacional que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O gerenciador de perfis do Firefox é uma ferramenta que existe há muitos anos entretanto muita gente não o conhece e poucos dos que o conhecem não sabe usar.<span id="more-1033"></span></p>
<h3>Um pouco de história</h3>
<p>Muita gente do tempo do Netscape deve se recordar que naquela época os computadores só tinham uma opção de sistema operacional que poderia ser usado no PC. Tá &#8230; houve um período nebuloso em que a IBM criou o OS/2 então existiram dois, mas não vamos complicar <img src='http://blog.welrbraga.eti.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O sistema operacional mais usado na época (Windows 95 e depois o 98), por mais que fosse vendido e divulgado como multiusuário praticamente só era usado como monousuário. O conceito de multiusuário de verdade só era usado de verdade caso você tivesse usando a partir de uma rede corporativa com servidores Windows.</p>
<p>Para uso doméstico, você ligava o computador e simplesmente começava a usar com o papel de parede que a sua mãe tinha escolhido, suas músicas da Madona estariam misturadas as músicas do Queen que se pai gravou, sem contar as fotos da sua irmã que se perdiam com as suas.</p>
<p>Nesta época ter um gerenciador de perfil no navegador era um recurso legal, pois você poderia separar seus favoritos, cookies, senhas, etc, simplesmente escolhendo o seu perfil ao abrir o navegador.</p>
<p>Desde que o Linux ainda usava fraldas e chupava chupeta o recurso de perfis de usuários já existe e tão logo o Windows XP surgiu a coisa começou a mudar daquele lado do disco também.</p>
<p>Atualmente, com qualquer Linux ou mesmo com Windows 7, é possível ter um perfil de usuário para cada pessoa que usar o computador e assim os perfis do navegador se tornou algo usado apenas por desenvolvedores de plugins e solução de problemas.</p>
<p>Ainda assim ele pode ser útil em algumas situações. Por exemplo se você quiser experimentar um plugin novo e não sabe se ele se comportará bem na versão atual do seu Firefox, ou se você acha que seu navegador está muito lento e gostaria de tentar uma configuração que não carregasse todos os plugins instalados eis então dois motivos para testar o seu navegador com um novo perfil.</p>
<h3>Criando perfis</h3>
<p>Para não duplicar nem esforços nem bytes eu vou apenas <a href="http://support.mozilla.com/pt-BR/kb/Gerenciando%20perfis" target="_blank">indicar a página (em Português) no site da Mozilla que explica o procedimento</a>.</p>
<p>Somente duas dicas para terminar:</p>
<p>1 &#8211; Você pode criar perfil seja no Windows, Linux ou mesmo no Mac OS. O procedimento é o seguinte para cada sistema:</p>
<ul>
<li> No XP: Menu Iniciar &gt; Executar &gt; Digite
<ul>
<li>firefox.exe -profilemanager -no-remote</li>
</ul>
</li>
<li> No Vista: Na barra de busca do menu Iniciar, digite
<ul>
<li>firefox.exe -profilemanager -no-remote</li>
</ul>
</li>
<li> No Linux: Menu principal &gt; Acessórios &gt; Terminal (ou ALT+F2, no Gnome), e digite
<ul>
<li>firefox -profilemanager -no-remote</li>
</ul>
</li>
<li> No MacOS: Execute o terminal : Aplicações &gt; Utilitários &gt; Terminal e digite:
<ul>
<li> /Applications/Firefox.app/Contents/MacOS/firefox -profilemanager -no-remote</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>2 &#8211; O parâmetro &#8220;-no-remote&#8221;, usado nos comandos acima, diz ao Firefox para abrir uma nova instância do programa independente da que já está aberta, isso é útil caso você queira abrir várias janelas do FF cada uma com um perfil diferente. Sem usá-la o Firefox abrirá uma nova janela com as configurações da sessão atual.</p>
<p>Uma vez criado o novo perfil você poderá usá-lo como se fosse uma nova instalação do Firefox novinha e com a configuração limpa.</p>
<h3>Referências</h3>
<p><strong>Os perfis de Firefox</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://pt.kioskea.net/faq/2417-os-perfis-de-firefox" target="_blank">http://pt.kioskea.net/faq/2417-os-perfis-de-firefox</a>&gt;<br />
<strong>Gerenciador de perfis do Firefox</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://helpmasters.com.br/artigo/50/gerenciador-de-perfis-do-firefox" target="_blank">http://helpmasters.com.br/artigo/50/gerenciador-de-perfis-do-firefox</a>&gt;</p>
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		<title>Adeus Ubuntu One e bem-vindo Dropbox</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 11:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Computação em nuvem não é apenas uma febre, é um novo paradigma e talvez até uma tendência, que tem dividido opiniões de especialistas em todo o mundo. Tanto o Ubuntu One, quanto o Dropbox permitem que você guarde arquivos na nuvem &#8211; um é projeto da Canonical e ainda não está maduro o suficiente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Computação em nuvem não é apenas uma febre, é um novo paradigma e talvez até uma tendência, que tem dividido opiniões de especialistas em todo o mundo. Tanto o Ubuntu One, quanto o Dropbox permitem que você guarde arquivos na nuvem &#8211; um é projeto da Canonical e ainda não está maduro o suficiente para uso em produção (embora digam que está) e o outro pertence a empresa de mesmo do produto e tem como grande vantagem o fato de funcionar de verdade.<span id="more-1043"></span></p>
<h3>Computação em nuvem</h3>
<p>Há inúmeras vantagens e desvantagens nesta ideia e certamente ainda veremos muita discussão sobre o assunto, mas a verdade é que gostando ou não ela já esta ai e já está sendo largamente utilizada.</p>
<p>Exemplos de uso rotineiro dela existem as dezenas ou talvez centenas, mas o mais comum de todos é quando um usuário usa o conjunto de aplicativos da Google, o Google Apps. Que atire a primeira pedra quem nunca usou nenhuma aplicação do Google.</p>
<p>Não vou me alongar descrevendo computação em nuvem pois há vários artigos sobre o assunto disponíveis na Internet. Se você quiser mais detalhes sobre o assunto um bom ponto de partida é a página sobre o assunto na Wikipédia[1].</p>
<h3>Ubuntu One</h3>
<p>Desde o Karmic Koala o Ubuntu One se faz presente no Ubuntu e seu funcionamento é muito simples do ponto de vista do usuário [2].</p>
<p>Você se inscreve no site da ferramenta e gratuitamente você recebe 2GiB para armazenar seus dados na nuvem.</p>
<p>A partir de então basta salvar seus arquivos dentro da pasta Ubuntu One, dentro de seu home para que eles estejam disponíveis em todos os computadores que você costuma usar, sem precisar carregar pendrive de um lado para outro.</p>
<p>Não só os seus arquivos, mas também  os contatos salvos no &#8220;Evolution&#8221;, notas escritas no &#8220;Tomboy&#8221;, histórico das suas redes sociais assistidas pelo &#8220;Gwibber&#8221; e ainda os favoritos do Firefox serão sincronizados na nuvem da Canonical e poderão ser acessados em qualquer computador com Ubuntu e que você ative este recurso.</p>
<p>Assim na teoria é muito bonito e legal, mas na prática o sistema de sincronização não é lá grandes coisas. Desde que eu o conheci e ativei a minha conta para efeitos de teste eu percebi que vez por outra o sistema se perde e não consegue sincronizar todos os arquivos inclusive deixando vários arquivos com a extensão &#8220;.u1conflict&#8221; dando um bocado de trabalho para arrumar tudo.</p>
<p>Alguns meses depois de estar usando o sistema ainda percebia que vários arquivos não eram replicados nas outras máquinas, mesmo deixando o computador conectado por várias horas.</p>
<p>Caso você se interesse por testá-lo ou mesmo usá-lo em definitivo acesse o seu site oficial [2] e não deixe de dar uma lida na sua documentação [3].</p>
<p>Por mim ele vai ficar de molho um bom tempo até que eu o considere seguro e estável o bastante para usá-lo.</p>
<p>Quando estiver eu até mesmo me prontifico a pagar pelo serviço obtendo uma quota maior e também colaborando com o ótimo trabalho que a Canonical tem feito pelo Ubuntu e pelo Linux em geral.</p>
<h3>Dropbox</h3>
<p>Assim como o Ubuntu One, o <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTk0MjA1NjQ5" target="_blank">Dropbox</a> [4] permite manter seus arquivos salvos na nuvem e sincronizá-los em outros computadores.</p>
<p>Uma das coisas que mais gostei nele é que embora ele só tenha 2GiB de espaço gratuito &#8211; assim como o Ubuntu One &#8211; você poderá ter este espaço ampliado gratuitamente até 8GiB, em passos de 250MiB para cada amigo que você indicar e que passar a ser usuário do sistema.</p>
<p>Obs: Caso você goste do sistema e precise mais espaço deverá e escolher ou o plano de 50GiB ou o de 100GiB, que são pagos (respectivamente $9,99 e $19,99 por mês).</p>
<p>Também é possível administrar seus arquivos a partir da web, usando uma interface web com ajax agradável e simples, de onde entre outras coisas, é possível monitorar tudo o que foi feito em seu repositório e pode desfazer as ações realizadas, como por exemplo se você excluiu algum arquivo indevidamente será daqui que você irá recuperá-lo.</p>
<p>Diga-se de passagem, a interface web do <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTk0MjA1NjQ5" target="_blank">Dropbox</a> dá de 10&#215;0 na interface do Ubuntu One e embora pareça que você sentirá falta dos recursos de sincronização de notas e contatos atualizações das suas redes sociais que existem no sistema da Canonical, na prática não é bem assim.</p>
<p>Lembre-se que tudo não passa de pastas e arquivos salvos em seu home, então basta mante-los dentro da basta do Dropbox, ou apenas criar um link para eles, que você terá os mesmo recursos do Ubuntu One, mas com a vantagem de que a sincronização no Dropbox é muito mais rápida e eficiente do que no outro sistema.</p>
<p>O Dropbox ainda possui uma Wiki[5] repleta de dicas e scripts para adicionar recursos ao sistema. Só para citar algumas dicas lá é possível encontrar como salvar os seus jogos, sincronizar os favoritos do Firefox, senhas, hospedar um repositório de arquivos .deb para Debian e derivados entre outros.</p>
<p>Dentre os add-ons é possível pegar plugins para gerar uma galeria de imagens salvas no seu Dropbox, via PHP, componentes para o CMS Joomla, Drupal, API para integração com Python, Ruby e um monte de bugingangas que vai agradar os nerds de plantão.</p>
<p>Não somente isto, o Dropbox ainda conta com um cliente para cada um dos principais sistemas operacionais da atualidade: Windows, Linux (Ubuntu e Fedora), Mac, iPad, iPhone e Android</p>
<p>A sua página de ajuda[6] também apresenta muitas informações úteis, além de vídeos, fóruns etc.</p>
<h3>Removendo o Ubuntu One</h3>
<p>Já que o U1 não é 100% funcional, não tem porque mantê-lo instalado, visto que já temos uma alternativa mais eficiente. Para remove-lo abra o synaptic (Menu principal &gt; Sistema &gt; Administração &gt; Gerenciador de Pacotes Synaptic), procure pelo termo &#8220;ubuntuone&#8221;, usando a caixa de pesquisa rápida da barra de ferramentas, e marque todos os pacotes desta lista para remoção completa.</p>
<p>Obs: Como o Ubuntu One e o Dropbox não concorrem por nenhuma biblioteca do sistema você poderá removê-lo ou não, ao seu critério. Eu optei por removê-lo, mas não faria diferença deixá-lo instalado.</p>
<h3>Instalando o Dropbox</h3>
<p>O processo de instalação não requer muito trabalho e é realizado da seguinte forma:</p>
<p>1 &#8211; Acesse o <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTk0MjA1NjQ5" target="_blank">link de indicação</a>[4] e no formulário apresentado preencha o seu Primeiro nome, sobrenome, endereço de e-mail e uma senha para que você tenha uma conta no Dropbox;<br />
2 &#8211; Ao confirmar os dados você será levado a página de download onde deverá baixar o pacote apropriado ao seu sistema operacional (por padrão você será levado a página de download para o sistema que você estiver usando no momento. Acesse diretamente o link [7]para escolher um cliente para outro sistema)<br />
3 &#8211; Ao concluir o download, duplo clique sobre o arquivo irá iniciar a instalação do pacote que corresponde a parte compartilhada do aplicativo e que roda como daemon no seu computador.<br />
3.1 Após este processo uma tela de instalação se abrirá para que você instale a parte cliente e configure a conta do usuário. Este processo inclui o download de um outro pacote (desta vez um arquivo chamado dropbox.tar.gz com pouco mais de 13MB) e que é a parte individual do sistema;<br />
3.2 Feito isto você deverá seguir o assistente de configuração para informar o seu e-mail/senha (mesmos usados para se cadastrar lá no passo 1) e informar o plano de serviço (escolha o de 2GiB &#8211; gratuito).<br />
3.5 Você poderá fazer um tour de 4 passos se quiser, ou então mandar saltar esta parte para começar a usar o sistema.</p>
<h3>Usando o Dropbox</h3>
<p>Uma pasta chamada Dropbox será criada dentro do seu home e a partir de então tudo o que você salvar nela será automaticamente sincronizado com os servidores da Dropbox e de lá para qualquer outro computador que você instale o aplicativo e informe o seu login/senha.</p>
<p>O ícone que aparecerá na bandeja do seu sistema serve como atalho para abrir a pasta do Dropbox, mas caso seja clicado com o botão direito do mouse ele oferece outras opções como: abrir o gerenciador via web (que mostra os arquivos já enviados para o servidor, a lista de arquivos recentemente sincronizados, espaço usado, ajuda, preferências e também um comando para parar o sistema temporariamente)</p>
<h3>Algumas dicas simples</h3>
<ul>
<li>Após a instalação se você acessar a a ficha <strong>Get started</strong> no gerenciador web você poderá cumprir 5 dos 6 passos sugeridos para ganhar os seus primeiros 250MB de bonus, saltando assim de 2GiB para 2.25GiB.</li>
<li>Clicando com o botão direito do mouse sobre qualquer objeto dentro da pasta Dropbox ou na própria, você verá um menu especial (Dropbox) que o permitirá acessar este item diretamente a partir do gerenciador web, recuperar os arquivos apagados ali e também verificar todas as versões anteriores do documento em questão.</li>
<li>A ficha <strong>Events</strong> no gerenciador Web é uma verdadeira &#8220;máquina do tempo&#8221; para os arquivos que estiverem dentro da pasta do Dropbox. Se você precisar reverter alguma bobagem, lembre-se dela.</li>
<li>Desativar a sincronização do Dropbox com um computador especifico, mover/renomear a pasta Dropbox ou mesmo informar as configurações do servidor Proxy de sua empresa, clique com o botão direito sobre o ícone na bandeja do sistema e escolha a opção <strong>Settings</strong>.</li>
<li>Não quer mais saber do Dropbox, desinstale-o e remova as pastas &#8220;.dropbox&#8221; (cache de arquivos) e &#8220;.dropbox-dist&#8221; (se lembra daquele arquivo de 13MB que foi baixado na configuração!?) que estão ocultas em seu home.</li>
</ul>
<h3>Por fim</h3>
<p>Quando o Ubuntu One for seguro o bastante para eu confiar a sincronização dos meus arquivos eu volto a testá-lo, por hora eu vou usando o Dropbox que atende muito bem a tarefa.</p>
<p>Além das dicas que deixei aqui existem muitas outras que valem a pena ser conhecidas. Visite o site oficial, a ajuda do sistema e a Wiki que certamente você encontrará informações úteis.</p>
<h3>Referências</h3>
<p>[1] Wikipedia. <strong>Computação em Nuvem</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Computação_em_nuvem</a>&gt;<br />
[2] Canonical. <strong>Ubuntu One</strong>. Disponível em &lt;<a href="https://one.ubuntu.com" target="_blank">https://one.ubuntu.com</a>&gt;<br />
[3] Canonical. <strong>UbuntuOne</strong>. Disponível em &lt;<a href="https://wiki.ubuntu.com/UbuntuOne" target="_blank">https://wiki.ubuntu.com/UbuntuOne</a>&gt;<br />
[4] DropBox. <strong>Dropbox</strong>. Disponível em &lt;<a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTk0MjA1NjQ5" target="_blank">https://www.dropbox.com/</a>&gt;<br />
[5] Dropbox. <strong>Wiki Dropbox</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://wiki.dropbox.com" target="_blank">http://wiki.dropbox.com</a>&gt;<br />
[6] Dropbox. <strong>Dropbox Help</strong>. Disponível em &lt;<a href="https://www.dropbox.com/help" target="_blank">https://www.dropbox.com/help</a>&gt;<br />
[7] DropBox. <strong>Dropbox</strong> Download. Disponível em &lt;<a href="https://www.dropbox.com/install" target="_blank">https://www.dropbox.com/install</a>&gt;</p>
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		<title>Túnel SSH de conexão local</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 11:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[túnel]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Um túnel SSH é uma forma segura de acessar serviços críticos, mesmo quando a nossa conexão com a Internet não é confiável. Outra finalidade é acessar um serviço remoto a partir de uma máquina sem permissão, desde que você tenha acesso ao SSH de uma outra máquina com permissão para tal. Existem três forma de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um túnel SSH é uma forma segura de acessar serviços críticos, mesmo quando a nossa conexão com a Internet não é confiável. Outra finalidade é acessar um serviço remoto a partir de uma máquina sem permissão, desde que você tenha acesso ao SSH de uma outra máquina com permissão para tal.<span id="more-1028"></span></p>
<p>Existem três forma de se criar um túnel SSH: Túnel de conexão local, túnel de conexão remota e túnel dinâmico. Neste texto veremos um pouco sobre os túneis de conexão local, ficando os outros dois para outra oportunidade.</p>
<p>Por exemplo eu poderia usar um túnel que me leva da porta 2121, do meu desktop de casa, até a porta 21 do servidor FTP da minha empresa. Desta forma, mesmo sendo o FTP um protocolo inseguro, tudo o que trafegar de/para minha máquina com relação a este serviço será criptografado tornando a conexão segura.</p>
<p>Outro exemplo seria o acesso a sites, sistemas e serviços que estão disponíveis apenas a partir de uma faixa de endereços especifica, tal como a assinatura de periódicos científicos que em geral é feita para ter acesso liberado somente a partir de um único endereço IP; ou mesmo para acessar serviços internos a sua rede empresarial a partir de um computador fora dela.</p>
<p>Neste último caso, por exemplo, eu poderia acessar o servidor Intranet da minha empresa simplesmente atravessando um túnel devidamente preparado para me levar da porta 8880 da minha máquina até a porta 80 do servidor Intranet da minha empresa.</p>
<p>A &#8220;mágica&#8221; acontece de forma bem simples. Um túnel nada mais é do que uma máquina intermediária rodando o serviço SSH e que será acessada de forma especial para repassar as nossas solicitações para uma outra máquina que não podemos ou queremos acessar diretamente.</p>
<p>Sendo assim se analisarmos o último exemplo teremos que:</p>
<ol>
<li> Eu entro pela porta 8880 da minha máquina;</li>
<li> Dali eu sou conduzido à porta 22 da máquina intermediária (que faz o papel de túnel);</li>
<li> A máquina intermediária repassa a minha solicitação para a porta 80 do servidor Intranet que por sua vez devolve o resultado da solicitação fazendo o caminho inverso.</li>
</ol>
<h3>Túnel de conexão local</h3>
<p>Estes tipos de túnel são assim chamados porque eles abrem uma porta de conexão localmente na estação e que será usada como &#8220;entrada do túnel&#8221;. Para não enrolar, vou deixar a explicação dos outros tipos para uma nova oportunidade.</p>
<p>Estes tipos de túneis são simples de serem criados e não requerem privilégios administrativos em nenhuma das máquinas envolvidas, podendo inclusive ser usado a partir de uma estação Windows.</p>
<h4>Sintaxe de uso no Linux</h4>
<p>O comando a seguir deve ser executado na linha de comandos da sua estação Linux, fazendo as devidas substituições dos valores em maiúsculas e seguido de ENTER.</p>
<pre>ssh -L <strong>PORTALOCAL</strong>:<strong>SERVIDOR</strong>:<strong>PORTASERVIÇO</strong> <strong>LOGINTUNEL</strong>@<strong>SERVIDORSSH</strong></pre>
<p><strong>Obs:</strong> Veja o que são estes valores na seção &#8220;Requisitos&#8221;.</p>
<p>Caso o SERVIDORSSH esteja rodando em outra porta que não a 22, você poderá usar o parâmetro -l (letra L minúscula) seguida do número da porta que o servidor está escutando.</p>
<p><strong>Dica</strong>: se você quiser uma ferramenta bacana para gerenciar seus túneis, você pode dar uma olhada na &#8220;Gnome SSH Tunnel manager&#8221; (gSTM) [1] que está disponível nos repositórios Ubuntu e provavelmente de outras distribuições também. Com ela você pode salvar as configurações, iniciar e parar um túnel sem precisar abrir um terminal de comandos.</p>
<h4>Criando túneis a partir do Windows</h4>
<p>Para usuários Windows, o utilitário Putty oferece uma interface gráfica relativamente amigável para se criar túneis.</p>
<p>Para tal, use a janela de configuração de novas conexões (aquela primeira tela exibida, quando se chama o utilitário).</p>
<p>Segue um &#8220;mapa&#8221; com as configurações no Putty. Sempre que o texto se referir à:</p>
<ul>
<li><strong>SERVIDORSSH</strong> &#8211; considere a categoria &#8220;Session&#8221; e o campo &#8220;Host Name&#8221;;
<ul>
<li>Obs: o campo &#8220;Port&#8221; em geral vai ficar 22, a não ser que o seu servidor SSH esteja usando uma porta diferente)</li>
<li>Connection type, sempre como &#8220;SSH&#8221;</li>
</ul>
</li>
<li><strong>LOGINTUNEL</strong> &#8211; considere a categoria &#8220;Connection&#8221; &gt; &#8220;Data&#8221; e o campo &#8220;Auto-login username&#8221;;</li>
<li> <strong>PORTALOCAL</strong> &#8211; considere a categoria &#8220;Connection&#8221; &gt; &#8220;SSH&#8221; &gt; &#8220;Tunnels&#8221; e o campo &#8220;Source port&#8221;;</li>
<li><strong>SERVIDOR</strong>:<strong>PORTASERVICO</strong> &#8211; considere a categoria &#8220;Connection&#8221; &gt; &#8220;SSH&#8221; &gt; &#8220;Tunnels&#8221; e o campo &#8220;Destination&#8221;, onde você deverá digitar o endereço do servidor e a porta de serviço separadas por &#8220;:&#8221;;</li>
<li> Como estamos falando de tuneis de conexão local, certifique-se de marcar a opção &#8220;Local&#8221; em  &#8220;Connection&#8221; &gt; &#8220;SSH&#8221; &gt; &#8220;Tunnels&#8221;;</li>
<li> Após digitar todos os valores você deve clicar no botão &#8220;Add&#8221;e depois no botão &#8220;Open&#8221; para abrir a conexão</li>
</ul>
<p><strong>Dica</strong>: Depois de ter este trabalhão todo para configurar o túnel no Putty, se você conectar imediatamente, quando encerrar a sessão suas configurações serão perdidas e da próxima vez você deverá digitá-la toda novamente. Para evitar isso, na categoria &#8220;Session&#8221; você pode digitar um nome para esta configuração (no campo &#8220;Saved Sessions&#8221;) e então clicar no botão &#8220;Save&#8221; para salvar a configuração e poder usa-la de outras vezes.</p>
<p>E ainda dizem que Windows é mais fácil que Linux <img src='http://blog.welrbraga.eti.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Requisitos</h3>
<p>Para simplificar eu deixei separadas as definições de cada um daqueles valores dados nas explicações acima. Você deverá substituir os indicadores em MAIUSCULA pelos valores que se adequem a sua necessidade. Caso ainda tenha dúvidas dê uma lida nos exemplos que seguem ao final do texto.</p>
<ul>
<li><strong>PORTALOCAL</strong> &#8211; É uma porta alta (&gt;1024) que será acessível em localhost (escolha um número que você goste mais, pois não faz diferença qual é ele, desde que você se lembre qual é);</li>
<li><strong>SERVIDOR</strong> &#8211; É o servidor onde está o serviço que você deseja acessar;</li>
<li><strong>PORTASERVICO</strong> &#8211; Se você acessasse o SERVIDOR diretamente, qual seria a porta em que o serviço desejado estaria rodando?</li>
<li><strong>SERVIDORSSH</strong> &#8211; É um servidor intermediário, que satisfaça as seguintes condições:
<ul>
<li>Você tenha acesso por SSH</li>
<li>Consiga acessar o SERVIDOR:PORTASERVIÇO sem restrições</li>
</ul>
</li>
<li><strong>LOGINTUNEL</strong> &#8211; É o seu login SSH no SERVIDORSSH (Você TEM QUE TER uma conta SSH naquele servidor)</li>
</ul>
<h3>Vantagens deste tipo de túnel</h3>
<ul>
<li>Sua conexão será criptografada até o SERVIDORSSH</li>
<li>Nos relatórios de acesso ao SERVIDOR:PORTASERVIÇO, será visto como se o acesso acontecesse de SERVIDORSSH e não da sua máquina</li>
<li>Você pode acessar um serviço crítico mesmo que a sua conexão Internet seja insegura (como em lanhouse e cybercafé)</li>
<li>Não é preciso ter privilégios administrativos para usá-lo</li>
</ul>
<h3>Desvantagem</h3>
<ul>
<li>É preciso ter uma conta de login para acesso SSH no SERVIDORSSH;</li>
<li>A conexão do SERVIDORSSH até o SERVIDOR não é criptografada</li>
<li>Nos relatórios de acesso ao SERVIDOR:PORTASERVIÇO, será visto como se o acesso acontecesse de SERVIDORSSH e não da sua máquina (Por isso SERVIDORSSH precisa ter acesso ao SERVIDOR:PORTASERVIÇO)</li>
<li>O computador usado como cliente deve ser confiável (não adianta ser o da lanhouse, onde você não sabe o que tem rodando para monitorar suas atividades)</li>
</ul>
<h3>Esquema de funcionamento</h3>
<p>O esquema abaixo é bastante tosco, mas acredito que dê para ilustrar bem o funcionamento do túnel. Observando onde a conexão é criptografada e onde não é e ainda é possível observar quais portas estamos acessando e onde.</p>
<pre>localhost:PORTALLOCAL &gt;=====&gt; SERVIDORSSH:22 &gt;=======&gt;SERVIDOR:PORTASERVIÇO
+++++Conexão criptografada++++++    ---------- Conexão aberta -------------</pre>
<h3>Onde usar</h3>
<p>Você usa um únel de conexão local nos seguintes casos:</p>
<ul>
<li> Para acessar SERVIDOR:PORTASERVIÇO a partir de qualquer lugar, como se você estivesse acessando a partir de SERVIDORSSH;</li>
<li>Para acessar um serviço crítico em SERVIDOR:PORTASERVIÇO atravessando por uma conexão não confiável (WIFI Zone em cybercafé, aeroporto etc); Como os dados entrarão e sairão da sua máquina critografados, não tem sniffer que veja o que está sendo feito;</li>
</ul>
<h3>Exemplos de uso</h3>
<p>Segue abaixo dois exemplos de uso do túnel para ilustrar o seu funcionamento na prática. Para simplificar compare os valores usados com a sintaxe que eu passei lá no início e que eu transcrevo novamente aqui:</p>
<pre>ssh -L <strong>PORTALOCAL</strong>:<strong>SERVIDOR</strong>:<strong>PORTASERVIÇO</strong> <strong>LOGINTUNEL</strong>@<strong>SERVIDORSSH</strong></pre>
<h4>Acessando meu webmail inseguro em viagens</h4>
<pre>ssh -L 5000:webmail.empresa.com.br:80 welington@servidorcomssh</pre>
<p>Executando este comando no meu notebook, por exemplo, eu poderia acessar o meu webmail do trabalho de forma segura, mesmo sem usar HTTPS, pois toda a comunicação do Notebook até o &#8220;servidorcomssh&#8221; será criptografada.</p>
<p>Para acessar o webmail bastaria abrir o navegador web no endereço http://localhost:5000 , ao invés de http://servidorwebmail</p>
<p>Este &#8220;servidorcomssh&#8221; pode ser qualquer máquina rodando SSH e que eu possa logar a partir do meu notebook.</p>
<h4>Navegando na Internet como se estivesse do trabalho</h4>
<pre>ssh -L 4000:proxy.empresa.com.br:3128 welington@servidorcomssh</pre>
<p>Se você configurar o navegador web do seu notebook para usar localhost:4000 como proxy, você poderá navegar de qualquer lugar no planeta usando o proxy da sua empresa e como se estivesse fazendo isso a partir do &#8220;servidorcomssh&#8221;.</p>
<p>Desta forma, além da segurança que você tem na rede por navegar pela rede da sua empresa que é/deve ser monitorada a todo tempo, seus dados estarão trafegando seguros até lá;</p>
<p>Lembrando que você precisa ter um login em &#8220;servidorcomssh&#8221; e este servidor precisa ter permissão de acesso ao &#8220;proxyminhaempresa&#8221;.</p>
<p>Este exemplo é um aperfeiçoamento do exemplo anterior, pois enquanto o anterior permite acessar apenas o Webmail, com este nós podemos acessar qualquer site.Entretanto é preciso lembrar que isto só é possível pois as requisições http são enviadas para o proxy que é quem acessa as páginas web nos devolvendo o resultado via tunel criptografado.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Outros exemplos seriam similares aos apresentados acima. Você pode substituir a PORTASERVIÇO (80 e 3128, dos exemplos acima) por qualquer outra como 143 para acessar um servidor IMAP, 25 para acessar um servidor SMTP, 110 para o POP3, 5900 para acessar o VNC etc.</p>
<p>O importante de lembrar é que você precisa ter um login para acessar o SERVIDORSSH e este servidor deve ter permissão para acessar o SERVIDOR que você deseja acessar. Uma vez que isto seja garantido você deverá substituir SERVIDOR:PORTASERVIÇO por localhost:PORTALOCAL para que o acesso se dê pelo túnel.</p>
<p>Em outra oportunidade veremos como criar os outros dois tipos de túneis que também possuem suas aplicações e vantagens. Quaisquer outras dúvidas é só comentar, ou procurar no Google <img src='http://blog.welrbraga.eti.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Referências</h3>
<p>Alexandre Cunha. <strong>Criando túneis de tráfego através de ligações SSH &#8211;  Enviar e receber correio electrónico criptado num túnel SSH</strong>. Disponível  em  &lt;<a href="http://alexandrecunha.com/artigo/software/criando_tuneis_de_trafego_atraves_de_ligacoes_ssh_enviar_receber_correio_electronico" target="_blank">http://alexandrecunha.com/artigo/software/criando_tuneis_de_trafego_atraves_de_ligacoes_ssh_enviar_receber_correio_electronico</a>&gt;</p>
<p>Elgio. <strong>Túneis cifrados com SSH</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Tuneis-cifrados-com-SSH" target="_blank">http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Tuneis-cifrados-com-SSH</a>&gt;</p>
<p>Hoshi. <strong>Como passar pela maioria das restrições firewalls</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.hoshi.com.br/content/view/125/86/lang,brazilian_portuguese/" target="_blank">http://www.hoshi.com.br/content/view/125/86/lang,brazilian_portuguese/</a>&gt;</p>
<p>Matheus Lamberti de Abreu. <strong>Criando tuneis criptografados com ssh</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.dicas-l.com.br/arquivo/criando_tuneis_criptografados_com_ssh.php" target="_blank">http://www.dicas-l.com.br/arquivo/criando_tuneis_criptografados_com_ssh.php</a>&gt;</p>
<p>UFC. <strong>Navegação Virtual</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.fisica.ufc.br/rede/virtual/" target="_blank">http://www.fisica.ufc.br/rede/virtual/</a>&gt;</p>
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		<title>Flyback – Mais uma máquina do tempo</title>
		<link>http://blog.welrbraga.eti.br/?p=1008</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 11:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Subversion]]></category>
		<category><![CDATA[SVN]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas semanas atrás eu publiquei uma dica sobre o Back in time, uma verdadeira &#8220;máquina do tempo&#8221; para fazer cópias de segurança dos seus arquivos. Na ocasião eu  disse que haviam outras ferramentas com a mesma finalidade então agora é a hora de falar sobre o Flyback. O Flyback é uma ferramenta bem mais simples [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas semanas atrás eu publiquei uma dica sobre o Back in time, uma verdadeira &#8220;máquina do tempo&#8221; para fazer cópias de segurança dos seus arquivos. Na ocasião eu  disse que haviam outras ferramentas com a mesma finalidade então agora é a hora de falar sobre o Flyback.<span id="more-1008"></span></p>
<p>O Flyback é uma ferramenta bem mais simples de se trabalhar do que o Back In Time e como tal esperasse que ele tenha mais restrições também. Mas antes de falarmos sobre suas restrições é bom esclarecermos a diferença entre as ferramentas.</p>
<h3>Back in Time vs Flyback</h3>
<p>Basicamente o Back In Time é um Front-end para o poderoso Rsync que implementa um protocolo de transferência de arquivos baseados em hardlinks e &#8220;deltas&#8221;.</p>
<p>Enquanto o Flyback usa uma outra abordagem que é mais conhecida por desenvolvedores. Ele usa o popular sistema de controle de versões Git, como backend para gerenciar as alterações.</p>
<p>Vantagens e desvantagens existem em ambas as abordagens, mas se você quer uma dica já antecipada então lá vai: &#8220;não use o Flyback para fazer backups de um conjunto de arquivos muito grande&#8221;.</p>
<h3>Instalando o Flyback</h3>
<p>A página oficial da ferramenta na Internet está em [1], baixe o pacote apropriado para a sua versão do Ubuntu (infelizmente não há pacotes para outras distribuições) e instale-o usando o gerenciador de pacotes, o que pode ser feito dando um duplo clique sobre o arquivo baixado.</p>
<h3>Salvando o primeiro ponto no tempo</h3>
<p>Uma vez instalado o Flyback estará disponível no meu principal do Ubuntu, dentro da pasta &#8220;Sistema&#8221;.</p>
<p>Ao clicar sobre o seu ícone você verá a tela para escolha do backup, onde obviamente ainda não há nenhum. clique ícone de &#8220;<strong>+</strong>&#8221; e então no botão &#8220;<strong>Abrir</strong>&#8220;. Na tela seguinte você deverá escolher a pasta que você deseja fazer o backup e o dispositivo onde este backup será armazenado.</p>
<p>Aqui entra uma limitação do Flyback. Embora ele consiga listar sem problemas todas as mídias removíveis conectadas e montadas no seu sistema não sei porque ele não reconhece todos os discos internos (bug?). Como um backup não deve ser feito no disco o qual estamos querendo nos precaver de uma catástrofe isso não chega a ser um problema mas que é estranho, isso sim é!</p>
<p>Feitas as escolhas e tendo clicado no botão Novo finalmente veremos a interface principal do sistema e então basta clicar no primeiro botão da barra de ferramentas que sugestivamente se chama &#8220;<strong>Backup</strong>&#8220;. Agora é só esperar que o backup será realizado.</p>
<p>Entra aqui uma segunda limitação do Flyback. Ele não tem o recurso de agendar um backup e sejamos honestos: Se backup automático já é raro alguém fazer, imagine se depender de ser feito manualmente.</p>
<p>Claro que você pode editar o seu pool de agendamento de tarefas no cron e acrescentar uma tarefa para tal procedimento, mas convenhamos que não é a melhor forma de dizer a um usuário relapso que esta é a ferramenta mais simples que existe no Linux para backups.</p>
<h3>Ajustando a máquina do Tempo</h3>
<p>A tela de preferências do Flyback é bem minimalista e objetiva. Ela possui apenas 7 controles do tipo checkbox, onde você poderá dizer se quer ou não que:</p>
<ul>
<li>Arquivos de áudio sejam ignorados (mp3, aac, ogg etc)</li>
<li>Arquivos de vídeo devem ser ignorados (avi, mp4 etc)</li>
<li>A Lixeira do sistema deve ser ignorada</li>
<li>As pastas de cache devem ser ignoradas</li>
<li>Arquivos de máquinas virtual do Vmware devem ser ignorados</li>
<li>Imagens ISO de CDs, DVDs etc devem ser ignorados</li>
<li>Arquivos maiores que um tamanho definidos por você sejam ignorados.</li>
</ul>
<p>Em resumo, não há muito o que se comentar sobre elas. Ajuste-as conforme sua necessidade e pronto.</p>
<h3>Explorando o backup</h3>
<p>Para consultar os arquivos em seu backup é bem simples. Abra a interface do Flyback, selecione o dispositivo e ao abrir a tela principal clique na revisão correspondente a data/hora do backup que você deseja consultar e então no botão <strong>Explore</strong>.</p>
<div id="attachment_1009" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/Captura_de_tela-Flyback-v0.6.5-Manage-Backup.png"><img class="size-medium wp-image-1009" title="Captura_de_tela-Flyback v0.6.5 - Manage Backup" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/Captura_de_tela-Flyback-v0.6.5-Manage-Backup-300x172.png" alt="Flyback v0.6.5 - Manage Backup" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Flyback v0.6.5 - Manage Backup</p></div>
<p>Isso irá criar uma pasta temporária dentro de /tmp com todo o conteúdo do seu backup. Aqui entra a terceira limitação do Flyback e talvez a pior de todas. Por ele trabalhar com repositórios de controles de versão quando pedimos para consultar o backup ele cria uma Cópia de trabalho (Workcopy) com todo o conteúdo do repositório.</p>
<p>Infelizmente ou felizmente, dependo do ponto de vista, isso não é uma limitação do sistema de controle de versões e sim da interface do Flyback. Por isso lá atrás eu já tinha avisado para não usá-lo para backups de pastas muito grandes.</p>
<p>Imagine você ter feito o backup de 5 GiB de arquivos e ter que esperar ele copiar todos estes 5 GiB novamente para uma pasta temporária para que só depois disso você consiga recuperar um arquivo que não tinha mais do que 1 MiB.</p>
<p>Em resumo, ele não permite recuperar apenas o arquivo desejado. Ou você recupera tudo ou não recupera nada. Alternativamente para minimizar o desperdício de espaço com a cópia de todo o repositório você pode usar o botão &#8220;Export&#8221; que copia tudo para um arquivo tar.gz (compactado) e então de lá você extrairia apenas o arquivo desejado.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Em minha franca opinião o autor do projeto ou se perdeu no trabalho, ou ainda não sabe que rumo dará a ele. Mas o projeto é bastante promissor sim.</p>
<p>Usar o Git como backend é uma ideia brilhante que já é usada por alguns outros projetos e inclusive tenho noticias de administradores que usam este conceito para backup de sistemas completos. O calcanhar de aquiles do projeto é então a forma como ele lida com a recuperação de arquivos.</p>
<p>Afinal de contas se você se necessitar recuperar os dados de um backup certamente o que faltará em você será paciência e calma para esperar que uma cópia gigantesca seja feita para então você procurar onde está o arquivo danificado e só então copiar para o local original.</p>
<h3>Referências</h3>
<p>[1] Flyback. Disponível em &lt;http://code.google.com/p/flyback/&gt;</p>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
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		<item>
		<title>Ícone do Network-manager desaparecido no Ubuntu</title>
		<link>http://blog.welrbraga.eti.br/?p=1018</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 11:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[NetworkManager]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O ícone do Network-manager simplesmente some &#8211; inexplicavelmente &#8211; do painel do Ubuntu, impossibilitando a seleção/configuração da rede de forma simplificada. Este é um problema crônico no Ubuntu, mas é simples de se resolver então a pergunta que não quer calar é: &#8220;Por que ainda não resolveram?&#8221;. Após acontecer comigo algumas vezes, sempre quando eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ícone do Network-manager simplesmente some &#8211; inexplicavelmente &#8211; do painel do Ubuntu, impossibilitando a seleção/configuração da rede de forma simplificada. Este é um problema crônico no Ubuntu, mas é simples de se resolver então   a pergunta que não quer calar é: &#8220;Por que ainda não resolveram?&#8221;.<span id="more-1018"></span></p>
<p>Após acontecer comigo algumas vezes, sempre quando eu mais precisava dele, resolvi procurar a solução para o problema e finalmente a encontrei <a title="Re: Intrepid wired network not managed Updating connection failed: nm-ifupdown-connec" href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?p=6049183" target="_blank">neste link</a> que leva a uma resposta de um usuário do fórum Ubuntu a respeito do mesmíssimo problema que acontecia no velho e esquecido Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex (eu disse que o problema era crônico!).</p>
<p>Para quem já está cansado de clicar em links e mais links e não encontrar a resposta, garanto que ela está lá, mas para você não ter que dar mais nenhum clique, sem ter a resposta então basta realizar o procedimento a seguir que já está atualizado para ser realizado no Ubuntu 10.04 (Lucid Lynx), até por quem tem medo de terminal:</p>
<ul>
<li>Tecle [ALT]+[F2], para abrir a caixa de execução de comandos;</li>
<li>Digite, ou copie e cole o comando a seguir, na caixa exibida:
<pre>gksu gedit /etc/NetworkManager/nm-system-settings.conf</pre>
<ul>
<li>Isto abrirá o arquivo de configuração global do NetworkManager para edição.<br />
O seu conteúdo é apenas este:</p>
<blockquote><p>[main]<br />
plugins=ifupdown,keyfile</p>
<p>[ifupdown]<br />
<strong> managed=false</strong></p></blockquote>
</li>
</ul>
</li>
<li>Altere-a última linha do arquivo, deixando-a assim:<br />
<blockquote><p>[main]<br />
plugins=ifupdown,keyfile</p>
<p>[ifupdown]<br />
<strong> managed=true</strong></p></blockquote>
</li>
<li>Salve o arquivo e feche-o;</li>
<li>Reinicie o computador, caso você seja viciado, compulsivo ou tarado por isto, ou então tecle [ALT]+[F2] novamente e digite o o comando a seguir para reiniciar apenas o aplicativo que teve suas configurações modificadas:
<pre>gksu restart network-manager</pre>
</li>
</ul>
<p>Feito isso o seu ícone do gerenciador de interfaces de rede (Network Manager) deverá ser exibido e não desaparecerá por um bom tempo (pelo menos até a próxima atualização do Ubuntu, eu acho <img src='http://blog.welrbraga.eti.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Atualizações do Ubuntu mais rápidas</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Desktop]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada pior, na hora de atualizar o sistema, do que um servidor de pacotes &#8220;entupido&#8221; e com uma conexão lenta. Pensando nisso, os camaradas que desenvolveram o sistema de atualização do Ubuntu  deixaram uma opção bastante apropriada para escolher o servidor de onde os pacotes serão baixados. E não somente isso, eles nos fizeram poupar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada pior, na hora de atualizar o sistema, do que um servidor de pacotes &#8220;entupido&#8221; e com uma conexão lenta. Pensando nisso, os camaradas que desenvolveram o sistema de atualização do Ubuntu  deixaram uma opção bastante apropriada para escolher o servidor de onde os pacotes serão baixados.</p>
<p>E não somente isso, eles nos fizeram poupar o trabalho de testar um a um manualmente e com um simples clique é feito um teste em mais de 300 servidores ao redor do globo e no final poderemos escolher o melhor deles.<span id="more-1005"></span></p>
<p>O procedimento é simples e não há necessidade de se usar linhas de comandos. Só o gerenciador de Canais de Software, que é uma aplicação amigável e gráfica é o bastante.</p>
<p>Com meia dúzia de cliques, esta ferramenta permite ajustar a interação entre o seu Ubuntu e os servidores de pacotes e pode ser encontrada, já instalada em seu sistema.</p>
<h3>Abrindo a ferramenta</h3>
<p>Existem três caminhos para se chegar a esta ferramenta:</p>
<p>1ª maneira para acesso direto a ferramenta:</p>
<blockquote><p>Menu principal &gt; Sistema &gt; Administração &gt; Canais de Software</p></blockquote>
<p>2ª maneira (se já estiver com a &#8220;Central de Programas&#8221; aberta para instalar uma nova aplicação):</p>
<blockquote><p>Clique na opção &#8220;Canais de Software&#8230;&#8221;, no menu &#8220;Editar&#8221;, da ferramenta &#8220;Central de Programas do Ubuntu&#8221;</p></blockquote>
<p>3ª Maneira (a partir daquele programinha que aparece de tempos em tempos informando que há uma nova atualização para o seu sistema):</p>
<blockquote><p>O botão &#8220;Configurações&#8230;&#8221; da janela do &#8220;Gerenciador de Atualizações&#8221;</p></blockquote>
<h3>Escolhendo um novo servidor de atualizações</h3>
<p>Uma vez que a janela &#8220;<strong>Canais de Software</strong>&#8221; esteja aberta, quase no meio da ficha &#8220;<strong>Programas do ubuntu</strong>&#8220;, observe uma lista do tipo combo chamada &#8220;<strong>Baixar de</strong>&#8220;. Em geral ela já está com a opção &#8220;Servidor Principal&#8221;, ou &#8220;Servidor no Brasil&#8221;, pré-selecionada.</p>
<p>Para alterar isto, clique na lista e escolha a opção &#8220;<strong>Outro&#8230;</strong>&#8221; para que uma nova janela intitulada &#8220;<strong>Escolha um Servidor para Download</strong>&#8221; seja exibida.</p>
<p>Nesta janela você verá uma lista gigantesca com diversos servidores ordenados por país e ao seu lado um botão chamado &#8220;<strong>Selecionar Melhor Servidor</strong>&#8220;. Clique neste botão e espere que todos os servidores serão testados ao término o mais rápido deles estará selecionado.</p>
<p>Para confirmar clique no botão &#8220;<strong>Escolher Servidor</strong>&#8220;, para fechar esta janela e então no botão &#8220;<strong>Fechar</strong>&#8221; para fechar a ferramenta &#8220;Canais de Software&#8221;.</p>
<p>Ao fechar a janela o novo servidor será varrido em busca de novas atualizações e a partir dai as suas atualizações serão feitas pelo novo servidor.</p>
<h3>Algumas considerações finais</h3>
<p>Como o teste de performance é feito usando o protocolo ICMP (pings) enviados aos servidores, caso você esteja por trás de um firewall é necessário que este tipo de conexão esteja permitida. Geralmente está, mas caso não funcione certifique-se deste detalhe;</p>
<p>A Internet é um meio bastante dinâmico e então o que está rápido agora pode não estar daqui a alguns segundos. O que quero dizer com isto é que o teste escolheu o servidor mais rápido naquele momento, mas pode ser que se você deixar para atualizar o seu sistema muito tempo depois talvez este já não seja mais o melhor servidor;</p>
<p>Não se assuste caso o sistema sugira usar um servidor em Taiwan ou na Malásia, por exemplo. O fato de existirem servidores no Brasil não significa que eles serão sempre os mais rápidos e da mesma forma o contrário, servidores geograficamente mais longe podem estar muito mais rápidos e por isso serão selecionados;</p>
<p>Por fim, não espere milagres. Se a sua conexão for ruim e você tiver muitos pacotes a serem atualizados nem o melhor dos servidores poderá ajudá-lo. <img src='http://blog.welrbraga.eti.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Juntando vários arquivos PDF em um só</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Juntar arquivos PDF, no Linux, é uma tarefa bastante simples de ser feita com a ferramenta PDF Shuffler. Veja como de forma rápida e prática.Esta foi uma tarefa simples que me solicitaram ajuda algum tempo atrás e antes de saber como fazer eu já tinha certeza que seria fácil de se resolver. Instalando Para instalá-la [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntar arquivos PDF, no Linux, é uma tarefa bastante simples de ser feita com a ferramenta PDF Shuffler. Veja como de forma rápida e prática.<span id="more-1000"></span>Esta foi uma tarefa simples que me solicitaram ajuda algum tempo atrás e antes de saber como fazer eu já tinha certeza que seria fácil de se resolver.</p>
<h3>Instalando</h3>
<p>Para instalá-la procure pelo pacote pdfshuffler usando a ferramenta de gerenciamento de pacotes da sua distribuição ou pegue-a diretamente do site oficial [1].</p>
<p>No Ubuntu e em outros derivados do Debian, a linha de comandos abaixo resolve o problema:</p>
<pre>sudo aptitude install pdfshuffler</pre>
<h3>Usando a ferramenta</h3>
<p>Para usá-lo é bem simples: Acesse-o no <strong>Menu Principal</strong> do sistema dentro da pasta <strong>Escritório</strong>; Sua interface prática e objetiva contém apenas 4 botões a saber:</p>
<ol>
<li><strong>Exit</strong> &#8211; Fecha o programa</li>
<li><strong>Delete page(s)</strong> &#8211; Exclui as páginas selecionadas</li>
<li><strong>Import PDF</strong> &#8211; Abre um ou mais arquivos PDF no sistema para serem unidos</li>
<li><strong>Export PDF</strong> &#8211; Ao terminar de juntar os arquivos, mover ou excluir as páginas desejadas, você deverá exportar tudo para o novo arquivo com este botão</li>
</ol>
<p>Se desejar mover páginas para reordená-las você só precisa arrastar o seu ícone para a nova posição e mais nada. Mais simples que isso é impossível, certo?</p>
<h3>Em outros ambientes</h3>
<p>Existe também o PDF SaM, que embora seja feito em Java &#8211; e eu tenha uma certa repulsa a ferramentas feitas nesta linguagem &#8211; devo admitir que faz bem o prometido.</p>
<p>Sua vantagem é que por ser em Java ele é portável para outros ambientes. Inclusive no site oficial [2] já existe os pacotes para Windows e Mac OS.</p>
<p>No Ubuntu, e outros derivados do Debian, substitua o pdfshuffler da linha de comandos acima por pdfsam que o processo de instalação é o mesmo.</p>
<h3>Via linha de comandos</h3>
<p>Caso você precise realizar esta tarefa pela linha de comandos você pode usar os comandos <em>pdftk</em> ou <em>qpdf</em> que são verdadeiros canivetes suíços para lidar com estes arquivos, inclusive já abordei outras vezes com outra finalidade.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Existem dezenas de ferramentas para trabalhar com arquivos PDF no Linux, mas estas quatro que eu citei certamente serão suficientes para atender aos usuários desesperados que encontraram esta página pelo Google ou outro mecanismo de busca <img src='http://blog.welrbraga.eti.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
<h3>Referências</h3>
<p>[1] PDF Shuffler. Disponível em &lt;http://pdfshuffler.sf.net&gt;</p>
<p>[2] PDF Sam. Disponível em &lt;http://www.pdfsam.org/&gt;</p>
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		<title>Screen: Gerenciador de janelas em modo texto</title>
		<link>http://blog.welrbraga.eti.br/?p=996</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Console]]></category>
		<category><![CDATA[Screen]]></category>
		<category><![CDATA[terminal]]></category>

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		<description><![CDATA[A ferramenta Screen, disponível na maioria das distribuições Linux, é uma ferramenta bastante útil para os &#8220;powerusers&#8221; mas apesar disso é pouco conhecida por aqueles que estão evoluindo de arrastadores de mouse para usuário de linha de comandos. Está aqui então a sua chance de evoluir um pouco mais no fantástico mundo da tela escura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ferramenta Screen, disponível na maioria das distribuições Linux, é uma ferramenta bastante útil para os &#8220;powerusers&#8221; mas apesar disso é pouco conhecida por aqueles que estão evoluindo de arrastadores de mouse para usuário de linha de comandos. Está aqui então a sua chance de evoluir um pouco mais no fantástico mundo da tela escura.<span id="more-996"></span></p>
<p>Quando eu era iniciante em Linux muitas das atividades que hoje são realizadas automaticamente pelo ambiente gráfico e suas fantásticas ferramentas deveriam ser realizadas pela linha de comandos, pois aqueles ambientes e suas ferramentas de configuração eram imaturas ou mesmo inexistentes.</p>
<p>Ainda hoje há muitos motivos para se usar a linha de comandos e que ao serem enumeradas levam a uma discussão sem fim sobre qual é a melhor interface de interação homem-máquina &#8211; se é via ambiente gráfico com mouse e ícones coloridos ou somente uma tela fria com cores sóbria e apenas um cursor piscando.</p>
<p>Não vou entrar no mérito desta discussão pois eu mesmo prefiro fazer um &#8220;mix&#8221; entre ambos os mundos e vez por outra me pego executando uma atividade no terminal que a muito tempo já é possível ser feita até mesmo pelos mais simplórios ambientes gráficos.</p>
<h3>Por que usar um gerenciador de janelas em modo texto?</h3>
<p>Assim como os gerenciadores de janela em modo gráfico, os de modo texto permite que você tenha várias janelas abertas, cada uma executando uma aplicação independente.</p>
<p>A diferença fica por conta do uso exclusivo do teclado para trabalhar com o gerenciador de janelas em modo texto e também do fato das janelas não serem exatamente o que se imagina delas ao tentar traçar um paralelo entre o modo gráfico e o modo texto.</p>
<p>Janelas em modo texto é tão somente uma segunda área de trabalho e que consequentemente poderá ou não estar visível na tela e não pode ter seu tamanho alterado.</p>
<h3>Instalando</h3>
<p>A instalação do Screen segue ao ritual próprio definido por sua distribuição Linux, seja ela qual for. Procure pelo pacote com este mesmo nome e o instale para que a ferramenta esteja disponível no seu sistema. No Debian/Ubuntu etc, por exemplo, o comando aptitude resolve o problema rapidamente:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sudo</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">aptitude</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">screen</span></pre></div></div>

<h3>Iniciando o screen</h3>
<p>Uma vez que o pacote do Screen esteja instalado você poderá chamá-lo a partir da linha de comandos todas as vezes que abrir um terminal, simplesmente digitando o seu nome, antes de começar as suas atividades:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">screen</span></pre></div></div>

<p>Ou se preferir, você poderá incluí-lo no seu ~/.bash_profile para que ele seja executado automaticamente ao executar um terminal.</p>
<p>Feito isso o comando será executado silenciosamente e não apresentará nenhuma mensagem avisando sobre o ocorrido mas certamente ele estará rodando e pronto para ser útil.</p>
<h3>Começando pelo básico</h3>
<p>O Screen já está instalado, você já o executou no terminal de onde ele será usado agora você precisa decorar algumas teclas de atalho.</p>
<p>A primeira e essencial é a combinação <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong>. Esta combinação é que lhe dará acesso as funções do Screen. Nunca a esqueça pois antes de qualquer tecla de função você a usará para informar ao terminal que você dará uma ordem ao seu gerenciador de janelas e não ao aplicativo que está em execução.</p>
<p>Os comandos básicos são estes aqui:</p>
<ul>
<li><strong>c</strong> &#8211; Cria uma nova janela</li>
<li><strong>n</strong> &#8211; Alterna para a próxima janela</li>
<li><strong>p</strong> &#8211; Alterna para a janela anterior</li>
<li><strong>w</strong> &#8211; Exibe o nome das janelas na barra de status</li>
<li>&lt;<strong>número</strong>&gt; &#8211; Alterna para a janela de número especificado</li>
</ul>
<p>Sendo assim, caso queira então criar uma janela eu devo teclar <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong> e em seguida teclar &#8216;<strong>c</strong>&#8216;. Com isso teremos um terminal novinho para ser usado. Da mesma forma caso queira alternar para a janela número 0, pressiono <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong> e em seguida o número &#8216;<strong>0</strong>&#8216;.</p>
<p>Veja então que esta combinação de <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong> seguida de <strong>alguma tecla é válida</strong> para todos os demais comandos. Só como um último exemplo, usando <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong>, seguido de &#8216;<strong>w</strong>&#8216; é possível ver o nome e número das janelas que temos abertas no momento.</p>
<h3>Usando na prática</h3>
<p>O uso mais comum do screen é quando se realiza uma conexão remota com algum servidor (via ssh, por exemplo) e uma vez feita a conexão você precise realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo.</p>
<p>Vamos imaginar então que a partir do meu notebook, eu me conectei por ssh no meu desktop do escritório:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ssh</span> welrbraga<span style="color: #000000; font-weight: bold;">@</span>desktopescritorio</pre></div></div>

<p>Uma vez informada a senha e o prompt visível para trabalhar eu invoco o Screen antes de começar minhas atividades:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">screen</span></pre></div></div>

<p>Feito isso eu já posso iniciar meu trabalho normalmente. Digamos que eu inicie um download com o wget assim:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">wget</span> http:<span style="color: #000000; font-weight: bold;">//</span>algumlugar.com.br<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>algumapasta<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>algumaoutrapasta<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>algumarquivodevideo.xyz</pre></div></div>

<p>O download deste arquivo poderá durar alguns minutos ou mesmo algumas horas, mas eu deveria ainda realizar algumas atividades, como por exemplo disparar uma rotina de backup, ou ler algum arquivo, baixar um outro arquivo, ou qualquer outra coisa que para ser feito seria necessário abrir outro terminal e consequentemente outra conexão com o meu desktop.</p>
<p>Ao invés de abrir outro terminal, como eu iniciei o Screen antes de começar meu download, o que eu devo fazer é simplesmente criar uma nova janela e usá-la para realizar as outras atividades. Enquanto isso o download continuará em segundo plano na primeira janela.</p>
<p>Para criar esta nova janela bastaria teclar <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong> e em seguida a tecla &#8216;<strong>c</strong>&#8216;. Imediatamente você terá um terminal limpo e pronto para uso, de onde você poderá trabalhar normalmente, como se não existisse aquele em que você está baixando o arquivo.</p>
<p>Caso você queira alternar entre ambas as janelas, para ver o estado do seu download, você poderá usar a tecla de atalho <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong> seguido de &#8216;<strong>n</strong>&#8216;, &#8216;<strong>p</strong>&#8216;, ou os números &#8216;<strong>0</strong>&#8216; ou &#8216;<strong>1</strong>&#8216; que correspondem aos números das duas janelas que temos abertas.</p>
<h3>Trabalhando com mais de duas janelas</h3>
<p>Você pode abrir quantas janelas mais forem necessárias para realizar outras atividades e alternar entre elas usando estas combinações de teclas,mas para facilitar ainda mais você pode acrescentar mais estas teclas a sua lista:</p>
<ul>
<li>S (maiúsculo)- Divide a tela para exibir mais de uma janela simultaneamente</li>
<li>&lt;TAB&gt; &#8211; Alterna entre as janelas visíveis</li>
</ul>
<p>Imagine então que enquanto o seu download é executado na janela número &#8217;0&#8242;, e você ainda realiza algumas atividades na janela &#8217;1&#8242;, você queira também monitorar o seu sistema usando o comando top, htop, ou outro comando qualquer.</p>
<p>Você pode simplesmente dividir a tela em dois, ou três paineis usando<strong> CTRL</strong>+<strong>A</strong>, seguido de &#8216;<strong>S</strong>&#8216; (maiúsculo) e depois alternar entre as janelas que se queira exibir em cada painel.</p>
<p>Conforme mostrado nesta nova lista, bastaria teclar <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong>, seguido de &lt;<strong>TAB</strong>&gt; para alternar entre os paineis e em seguida alternar para a janela desejada (<strong>n</strong>, <strong>p</strong>, &lt;<strong>número</strong>&gt;), ou ainda criar uma nova janela (<strong>c</strong>).</p>
<h3>Muitas janelas e o mesmo nome</h3>
<p>Outra forma de se alternar entre as janelas é usando o atalho <strong>&#8220;</strong> (aspas dupla), ou seja, se você teclar <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong> seguido de <strong>&#8220;</strong> você verá a lista de janelas disponíveis abertas e poderá alternar entre elas usando as setas direcionais do teclado e ENTER.</p>
<p>O problema é que ao criar uma nova janela ela terá geralmente um nome genérico, como &#8216;bash&#8217; por exemplo, o que dificultará a identificação de qual programa está rodando ali. Para que esta dificuldade não ocorra você poderá nomear as janelas a medida que as cria.</p>
<p>Para nomear uma janela simplesmente alterne para ela (conforme já explicado) e então use a combinação <strong>CTRL+A</strong>, seguida de &#8216;<strong>A</strong>&#8216; (maiúscula). Um prompt será exibido abaixo da janela onde você poderá apagar o nome que estiver lá e digitar outro que facilite a identificação na listagem de janelas.</p>
<ul>
<li><strong>&#8220;</strong> &#8211; Lista as janelas abertas e permite alternar entre elas</li>
<li><strong>A</strong> &#8211; Altera o título da janela</li>
</ul>
<h3>Conectando e desconectando do Screen</h3>
<p>Nem tudo é perfeito, o Screen não gosta muito de trabalhar com as teclas PgUp e PgDn, por exemplo. Você descobrirá algumas de suas limitações com relação a exibição de dados ao longo do uso, mas isso não é motivo para frustração, o custo-benefício em média vale a pena.</p>
<p>Sendo assim, caso ele incomode para executar uma tarefa especifica, você pode deixa-lo rodando em segundo plano e dar uma escapulida rapidinha para executar alguma outra atividade. Ao término só voltar à ele.</p>
<p>Imagine então que eu precise executar um comando fora do Screen, por qualquer motivo que seja. Para dizer &#8216;volto logo, até já&#8217; ao Screen, use a combinação <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong> seguido de &#8216;<strong>d</strong>&#8216;. Você verá uma mensagem na tela dizendo que você está desconectado do Screen e então o prompt de comandos.</p>
<p>Neste momento você poderá realizar qualquer atividade que queira sem que o Screen interfira no seu trabalho. Quando você quiser voltar à ele simplesmente digite o comando:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">screen</span> <span style="color: #660033;">-r</span></pre></div></div>

<p>Isto informa ao Screen que ele deve reconectar a sessão anteriormente aberta. E ao fazê-lo as suas janelas estarão lá abertas e com o seu comandos ainda em execução [quase] como se nada de feio tivesse acontecido.</p>
<p>O &#8220;quase&#8221; é por conta do Screen não recuperar os paineis. Ou seja, digamos que você tinha dois paineis abertos e cada um com uma janela: uma com o wget e outro monitorando o syslog. Ao desconectar do Screen e reconectar novamente, embora ambas as janelas estejam lá com seus comandos em execução, você terá apenas um painel aberto. Mas isso não é nada que um CTRL+A,S, seguido de CTRL+A,TAB e CTRL+A,n não resolva.</p>
<h3>Saindo para o café</h3>
<p>Caso você precise dar uma saidinha rápida e deixar o Screen aberto na tela você pode prevenir que alguém mexa no seu console, usando apenas a combinação <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong>, seguido de &#8216;<strong>x</strong>&#8216;. Isso irá bloquear a tela e que só poderá voltar a ser usada novamente mediante o uso da sua senha de login.</p>
<p>Ao voltar apenas digite a sua senha que o Screen abrirá a sua tela com as aplicações rodando normalmente.</p>
<h3>Finalizando o Screen</h3>
<p>Se por outro lado, você não quiser mais trabalhar com o Screen você deve encerrar todas as aplicações em cada janela e fechá-las. Quando não houver nenhuma janela em execução o Screen será encerrado.</p>
<p>Para isso você tem duas maneiras:</p>
<ol>
<li>A forma conservadora é aquela em que você encerra as aplicações normalmente e quando estiver de volta ao prompt do bash digitar <strong>exit</strong> ou teclar <strong>CTRL</strong>+<strong>D</strong></li>
<li>A foma radical consiste matar a aplicação, junto com o bash e a janela de uma só vez teclando a combinação <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong>, seguido de &#8216;<strong>k</strong>&#8216; e ao ser solicitada a confirmação pressione &#8216;<strong>y</strong>&#8216; (de yes) ou &#8216;<strong>s</strong>&#8216; de (sim).</li>
</ol>
<h3>Além do Screen</h3>
<p>O screen não é a única ferramenta para gerenciar janelas em modo texto. Uma que me lembro de já ter lido a respeito mas nunca usei é o Twin [5], que usa uma abordagem bem diferente do Screen mas o objetivo é o mesmo. Talvez em uma próxima oportunidade eu venha a comentar sobre ele.</p>
<p>Há ainda o Byobu, que acompanha o Ubuntu e talvez algumas outras distribuições, mas este na verdade é apenas um script para adicionar algumas facilidades ao screen. A sua vantagem em relação ao Screen padrão é que ele permite o uso das teclas &lt;F1&gt;&#8230;&lt;F9&gt; para executar as ações básicas do Screen e ainda apresenta uma barra de status colorida e bacana no final da tela.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>O que mostrei aqui é apenas o básico sobre o uso do Screen. Há muito mais o que conhecer sobre esta ferramenta e a medida que você começar a usá-la certamente ai querer aprender mais sobre ela. Não deixe de consultar a sua ajuda online teclando <strong>CTRL</strong>+<strong>A</strong>, seguida de &#8216;<strong>?</strong>&#8216;, a sua página de manual (<strong>man screen</strong>) e também os links relacionados abaixo.</p>
<p>E como última dica: No começo poderá ser difícil decorar as principais combinações de teclas. Uma  forma que eu tive para decorá-las foi as escrever em um papel e deixa-lo na  frente do monitor. Não demorou mais do que alguns dias usando esta &#8220;cola&#8221; para  que eu o aposentasse.</p>
<h3>Referências</h3>
<p>[1] Jeff. <strong>Linux Screen Tutorial and How To</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.rackaid.com/resources/linux-screen-tutorial-and-how-to/" target="_blank">http://www.rackaid.com/resources/linux-screen-tutorial-and-how-to/</a>&gt;<br />
[2] Karanbir Singh. <strong>Using screen automagically</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.karan.org/blog/index.php/2010/02/18/using-screen-automagically" target="_blank">http://www.karan.org/blog/index.php/2010/02/18/using-screen-automagically</a>&gt;<br />
[3] Adam Lazur. <strong>Power Sessions with Screen</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.linuxjournal.com/article/6340" target="_blank">http://www.linuxjournal.com/article/6340</a>&gt;<br />
[4] FSF. <strong>Screen User&#8217;s Manual</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://www.gnu.org/software/screen/manual/html_node/index.html" target="_blank">http://www.gnu.org/software/screen/manual/html_node/index.html</a>&gt;<br />
[5] Massimiliano Ghilardi. <strong>Twin</strong>. Disponível em &lt;<a href="http://linuz.sns.it/~max/twin/" target="_blank">http://linuz.sns.it/~max/twin/</a>&gt;</p>
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