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	<title>Wel. R. Braga</title>
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	<description>Além do mundo real</description>
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		<title>Usuario bugado no Linux</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 22:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você, usuário iniciante de Linux, já percebeu que de tempos em tempos o seu sistema fica lento, ou dando falhas? Há casos de aplicações que começam a apresentar erros grotescos de uma hora para outra e que persistem mesmo após serem reinstaladas ou removidas completamente e então instaladas do zero. Se isto acontece com você [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Você, usuário iniciante de Linux, já percebeu que de tempos em tempos o seu sistema fica lento, ou dando falhas? Há casos de aplicações que começam a apresentar erros grotescos de uma hora para outra e que persistem mesmo após serem reinstaladas ou removidas completamente e então instaladas do zero. Se isto acontece com você é possível que o problema não esteja na aplicação mas nas configurações do seu usuário, que nunca são removidas quando reinstalamos uma aplicação. <span id="more-2306"></span></p>
<p>Falhas de sistema podem ser divididas em dois tipos:</p>
<ol>
<li>Problemas do lado do sistema</li>
<li>Problemas do lado do usuário</li>
</ol>
<p>Problemas do primeiro tipo não serão abordadas aqui mas em muitos casos para você poder dizer que o problema é deste tipo você primeiro terá que descartar a possibilidade do problema não ser do segundo. Este tipo de falha pode ser  um bug na aplicação que precisa ser consertado, pode ser  devido ao erro na instalação de uma de suas dependências (uma biblioteca, por exemplo), uma configuração problemática do lado do sistema (arquivos no /etc) ou até mesmo uma falha de hardware (sobreaquecimento, erro de memória, de disco etc);</p>
<p>Problemas do segundo tipo, em regras gerais podem ser facilmente identificados quando entramos no sistema com outro usuário, abrimos a aplicação problemática e para nossa surpresa o problema não se repete. Pode-se até dizer que estes problemas são limitados apenas ao conteúdo do seu &#8220;/home&#8221;, ou no máximo o &#8220;/tmp&#8221; mas nunca por conteúdo de outras pastas.</p>
<p>O ideal para se fazer constatar se o problema é da configuração do usuário ou do sistema é que se tenha uma conta limpa no computador (para muitos casos a conta de convidado do seu sistema é suficiente). Basta fazer um login com esta conta, abrir sua aplicação e ver se o problema aparece.</p>
<p>Se o problema se repetir, mesmo com esta conta limpa, então o problema é do lado do sistema (aquele primeiro tipo que comentei) e você terá que pesquisar um pouco mais a razão do problema; agora, se o problema não aparecer, parabéns, você achou a solução. Volte ao seu usuário principal, remova a pasta ou arquivo de configuração de sua aplicação (muitas vezes é um arquivo ou pasta começando com um &#8220;.&#8221; seguido do nome da aplicação ou do seu produtor) e ela deverá voltar a funcionar.</p>
<p>É preciso lembrar que em alguns casos o problema pode não ser exatamente na configuração da aplicação que você quer abrir e sim em um &#8220;penduricalho&#8221; dela. Por exemplo, o seu Firefox está travando muito. Pela conta de convidado ele funcionou bem, mas após excluir as configurações do seu usuário ele continua travando. Antes de dizer que o problema é do lado do sistema talvez você devesse verificar  se não é culpa do Java, do Flash ou algum addon que você instalou.</p>
<p>Lembre-se que várias aplicações costumam chamar outras para concluir ou complementar suas tarefas, então, caso sua aplicação tenha funcionado bem na conta de convidado mas após remover as configurações do seu usuário o problema persistir é possível que o problema esteja na configuração destes &#8220;agregados&#8221;.</p>
<p>Se você não conseguir identificar o &#8220;agregado&#8221; problemático, de forma radical, você pode excluir todas as configurações do seu usuário ou mesmo criar um novo e excluir o antigo, mas tome cuidado para não acabar excluindo seus arquivos de texto, foto, vídeo etc.</p>
<p>Falar de solução de problemas é puxar assunto para o dia inteiro e talvez se vire a noite falando disso já solução dada para um problema que se repete pode não ser a mesma em todos os casos e muitas vezes há várias maneiras de se resolver o mesmo problema. A ideia desta dica é dar uma nova alternativa ao usuário desesperado que muitas vezes quando se depara com um problema desses pensa logo em formatar e reinstalar o sistema, mas saiba que algumas vezes a reinstalação do sistema será inevitável. Mas isso é papo para outro dia. Até lá.</p>

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		<title>Primeira reportagem sobre correio eletrônico no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 12:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como tudo que é apresentado pela mídia isso parecia ser uma grande revolução mas se eu não tivesse mais do que 10 anos de idade, pessimista como sou, diria que isso nunca daria certo. http://youtu.be/PoA4qnEHuYc  Leia tambémResenha: Gerência de porta 25Relatório de visita ao seu website com awstatsApache, 17 anos comemorados com uma nova versãoFaça a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="EmbedCodeBottom1_boxGetCode">Como tudo que é apresentado pela mídia isso parecia ser uma grande revolução mas se eu não tivesse mais do que 10 anos de idade, pessimista como sou, diria que isso nunca daria certo. <a href="http://youtu.be/PoA4qnEHuYc" target="_blank">http://youtu.be/PoA4qnEHuYc</a>  <object type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="397" data="http://getembedplus.com/embedplus.swf" id="ep8284"><param value="http://getembedplus.com/embedplus.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="transparent" name="wmode" /><param value="always" name="allowscriptaccess" /><param value="true" name="allowFullScreen" /><param name="flashvars" value="ytid=PoA4qnEHuYc&width=450&height=365&start=&stop=&rs=w&hd=0&autoplay=0&react=1&chapters=&notes=&amp;rs=w" /><iframe class="cantembedplus" title="YouTube video player" width="450" height="365" src="http://www.youtube.com/embed/PoA4qnEHuYc?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></object><!--[if lte IE 6]> <style type="text/css">.cantembedplus{display:none;}</style><![endif]--></div>

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		<title>31 de março. Dia do Backup. E ai, já fez o seu?</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 04:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem nunca  apagou um documento por engano ou modificou-o indevidamente e não tem como voltar a versão anterior, que atire o primeiro mouse. A gente sempre acha que a tecnologia não falha e que nunca faremos besteira, mas acabamos aprendendo o contrário (quando aprendemos) depois que já é tarde demais. Para lembrá-lo de realizar esta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/KeepCalmAndBackItUp.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2292" alt="Keep Calm and Back it Up" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/KeepCalmAndBackItUp-150x150.png" width="150" height="150" /></a>Quem nunca  apagou um documento por engano ou modificou-o indevidamente e não tem como voltar a versão anterior, que atire o primeiro mouse. A gente sempre acha que a tecnologia não falha e que nunca faremos besteira, mas acabamos aprendendo o contrário (quando aprendemos) depois que já é tarde demais.</p>
<p>Para lembrá-lo de realizar esta tarefa tão vital, foi criado o <strong>Dia mundial do Backup</strong> (<a title="Dia Mundial do Backup" href="http://www.worldbackupday.com/" target="_blank">World Backup Day — March 31st</a>), comemorado todo dia 31/3. Para participar é bem simples. Apenas faça uma cópia de tudo que está em seu computador, para um pendrive, CD, DVD, outro computador etc, não importa para onde desde que haja uma cópia. Este não é o backup ideal, mas para quem não tem nada, isso pode ser a diferença entre recomeçar do zero ou apenas dar um suspiro e continuar o trabalho&#8230; ah! e repita este procedimento periodicamente para assegurar que seu backup está sempre atualizado.</p>

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		<title>Redirecionamentos em shell</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 21:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem trabalha muito com shell, sabe da necessidade de registrar o resultado de certos comandos em arquivo para análise posterior. Aspirantes à sysadmin já devem ter visto e até mesmo usado redirecionamentos como &#8220;comando1&#124;comando2&#8243; e &#8220;comando&#62;arquivodelog&#8221;, mas isso é só o básico, existem outros redirecionamentos tão ou mais úteis que, caso ainda não conheça, convido-o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem trabalha muito com shell, sabe da necessidade de registrar o resultado de certos comandos em arquivo para análise posterior. Aspirantes à sysadmin já devem ter visto e até mesmo usado redirecionamentos como &#8220;comando1|comando2&#8243; e &#8220;comando&gt;arquivodelog&#8221;, mas isso é só o básico, existem outros redirecionamentos tão ou mais úteis que, caso ainda não conheça, convido-o a ler o restante do texto. Certamente você terá muita brincadeira para passar o resto da semana.<span id="more-2280"></span></p>
<h3>De comando para comando com &#8220;pipe&#8221;</h3>
<p>Talvez o mais comum de todos os redirecionamentos é o Pipe (encanamento) ou vulgarmente &#8220;|&#8221;, aquela barrinha vertical, geralmente acessada com &#8220;SHIFT+\&#8221;.</p>
<p>Este redirecionador é útil quando queremos jogar a saída de um comando para outro, de maneira que eles se complementem.</p>
<p>Um exemplo típico de uso seria na necessidade de listar um diretório (comando ls) com centenas de arquivos, ou  ver o conteúdo de um arquivo de texto (comando cat) muito extenso, que obviamente não seria possível ver todo na tela. Existem alguns comandos que podem &#8220;paginar&#8221; uma saída extensa, meus preferidos são os comandos &#8220;less&#8221; e &#8220;more&#8221;. O primeiro permite consultas, avançar e voltar no texto várias vezes etc, o segundo é mais direto e avança as páginas ao teclar espaço, no teclado.</p>
<p>Para paginar uma listagem completa do diretório /etc em meu sistema eu poderia usar os seguintes comandos, então:</p>
<pre>ls -l | more</pre>
<p>ou</p>
<pre>ls -l | less</pre>
<p>Analogamente, para ver o conteúdo do arquivo de log &#8220;messages&#8221; no meu sistema eu poderia fazer:</p>
<pre>cat /var/log/messages | less</pre>
<p>Em um último exemplo, suponhamos que eu queira ver a lista de usuários do meu sistema (comando &#8220;getent passwd&#8221;) de forma ordenada (para ordenar uma listagem usa-se o comando &#8220;sort&#8221;). Poderiamos fazer assim:</p>
<pre>getent passwd | sort</pre>
<h3>De comando para arquivo com o sinal de &#8220;maior que&#8221;</h3>
<p>Este é um outro tipo de redirecionamento popular. Sempre que queremos enviar a saída de um comando para um arquivo, que poderá ser lido depois usa-se o sinal &#8220;&gt;&#8221; (maior que).</p>
<p>Suponhamos que eu precise criar uma lista com todos os usuários do meu sistema. Para listar os usuários, já sabemos que se faz com &#8220;getent passwd&#8221; e para jogar tudo isso para um arquivo bastaria redirecionar a saída deste comando para um arquivo. Como no exemplo abaixo:</p>
<pre>getent passwd &gt; listadeusuarios.txt</pre>
<p>Simples assim.</p>
<p>Embora eu imagine que seja óbvio, não custa lembrar que se necessário poderiamos redirecionar a saída de um comando para outro (com o |) e então pegar a saída final e mandar para um arquivo (com o &gt;).</p>
<p>Por exemplo, se você executar apenas o comando &#8220;getent passwd&#8221; vai observar que ele apresenta muitas informações sobre cada usuário e neste caso só me interessa enviar para o arquivo, o login e o nome completo do sujeito. O comando abaixo faz exatamente isso:</p>
<pre>getent passwd | cut -d: -f 1,5 | tr -d ",,," &gt; nome_e_login.txt</pre>
<p>Neste caso o comando &#8220;getent passwd&#8221; lista tudo que então é redirecionado para o comando &#8220;cut&#8221; que é quem vai pegar as informações nos campos 1 e 5 (campos separados por &#8220;:&#8221;) e por fim esta nova saída será encaminhada para o comando &#8220;tr&#8221; que se encarregará de remover a &#8220;,,,&#8221; que deve aparecer após alguns nomes. Só a título de curiosidade eu ainda poderia, antes de redirecionar para o arquivo, usar mais um &#8220;tr&#8221; para substituir os &#8220;:&#8221;, por &#8220;,&#8221; de forma a ter uma listagem em formato &#8220;csv&#8221; que pode ser lida pelo Excel, LibreOffice Calc, ou qualquer outra planilha eletrônica.</p>
<pre>getent passwd | cut -d: -f 1,5 | tr -d ",,," | tr ":" "," &gt; nome_e_login.txt</pre>
<p>Veja então que é possível usar vários redirecionamentos levando um comando para outro de forma que cada um faça um pedacinho do trabalho e no final você tenha um resultado completo.</p>
<h3>Várias saídas em um só arquivo com o sinal &#8220;&gt;&gt;&#8221;</h3>
<p>Se você usar o &#8220;&gt;&#8221; para redirecionar várias saídas para um único arquivo você verá que ele sempre terá o resultado do último comando. Por exemplo:</p>
<pre>date &gt; data.txt</pre>
<pre>uptime &gt; data.txt</pre>
<pre>cat data.txt</pre>
<p>Ao executar estes dois comandos que redirecionam suas saídas para o mesmo arquivo, o que um novato poderia esperar era que no arquivo tivessemos a data do sistema e abaixo o seu uptime (tempo que o seu sistema está em operação desde o último boot), mas a verdade é que quando usamos o &#8220;&gt;&#8221;, o arquivo de saída é truncado e tem seu tamanho reduzido a &#8220;0 bytes&#8221;.</p>
<p>Para adicionar novas saídas a um mesmo arquivo deve-se sempre usar o redirecionador &#8220;&gt;&gt;&#8221;.</p>
<p>Compare a saída daqueles comandos acima, com a saída destes aqui:</p>
<pre>date &gt; data.txt</pre>
<pre>uptime &gt;&gt; data.txt</pre>
<pre>cat data.txt</pre>
<p>Como neste último caso usamos o &#8220;&gt;&gt;&#8221; o resultado do comando uptime será adicionado logo após a saída do comando date.</p>
<h3>Usando o comando &#8220;tee&#8221;</h3>
<p>O comando tee é um daqueles que pouca gente conhece e quando o descobre se pergunta &#8220;como nunca me falaram dele antes?&#8221;.</p>
<p>Sua função é similar a dos redirecionadores &#8220;&gt;&#8221; e &#8220;&gt;&gt;&#8221; (mas lembre-se que é um comando então ele será usado com &#8220;|&#8221;), mas a diferença fica por conta do fato de que o comando &#8220;tee&#8221; também exibe na tela o que está sendo enviado para o arquivo.</p>
<p>Pode parecer besteira, mas suponhamos que uma rotina demorada vá realizar um dump de sua base de dados e você queira registrar as mensagens do comando de dump em um arquivo, mas paralelamente você também quer acompanhar em tempo real. Você poderia fazer algo assim:</p>
<pre>mysql_dump -f minhabase.sql minhabase |tee saidadodump.txt</pre>
<p>Nem todo mundo tem um Mysql rodando por perto para testar este exemplo, então vamos pegar o exemplo da listagem de logins e usuários e substituir o &#8220;&gt;&#8221; pelo tee. O que era assim:</p>
<pre>getent passwd | cut -d: -f 1,5 | tr -d ",,," | tr ":" "," &gt; nome_e_login.txt</pre>
<p>passa a ser assim:</p>
<pre>getent passwd | cut -d: -f 1,5 | tr -d ",,," | tr ":" "," | tee nome_e_login.txt</pre>
<p>Quando executar o primeiro você apenas verá o prompt de comandos novamente sem nenhuma informação adicional para saber se deu certo ou não. Quando executar o segundo exemplo você verá na tela tudo o que estiver sendo enviado para o arquivo nome_e_login.txt</p>
<h3>Salvando os erros</h3>
<p>Quando usamos os redirecionamentos &#8220;&gt;&#8221;, &#8220;&gt;&gt;&#8221; e até mesmo o comando &#8220;tee&#8221; só conseguimos enviar para arquivos aquilo que o comando anterior enviou para a saída padrão, mas nem sempre o que você vê em sua tela está na saída padrão e sim na saída de erros.</p>
<p>Por exemplo, logado com um usuário comum (que não seja o &#8220;root&#8221;) tente ler o arquivo de senhas do seu sistema.</p>
<pre>cat /etc/shadow</pre>
<p>Como ninguém além do usuário root possui permissão para ler este arquivo você deverá ver na tela uma mensagem como:</p>
<blockquote><p>cat: /etc/shadow: Permissão negada</p></blockquote>
<p>Agora, se você tentar redirecionar esta mensagem para um arquivo da forma como vimos até aqui você não obterá sucesso, porque esta mensagem é enviada para saída de erros e não para a saída padrão.</p>
<p>Sempre que quisermos redirecionar a saída de erros para um arquivo devemos usar o redirecionador &#8220;2&gt;&#8221; (algarismo 2 e sinal &#8220;maior que&#8221;). Assim:</p>
<pre>cat /etc/shadow 2&gt; errosdeleitura.txt</pre>
<p>Alguns comandos podem intercalar mensagens na saída padrão com mensagens na saída de erro, como por exemplo ao tentar emitir um ping para vários endereços IP na rede, ou ao acessar um dispositivo como pendrive, CD que tenha setores danificados, ou mesmo o exemplo do dump da base de dados etc</p>
<p>Você tem duas alternativas para isso.Escolha de acordo com a sua necessidade.</p>
<p><strong>Alternativa 1:</strong> Erros e saída padrão em arquivos separados:</p>
<pre>mysql_dump -f minhabase.sql minhabase 2&gt; errosnodump.txt &gt; saidadodump.txt</pre>
<p><strong>Alternativa 2:</strong> Redirecionar a saída de erros para a saída padrão e então mandar tudo para um arquivo só:</p>
<pre>mysql_dump -f minhabase.sql minhabase 2&gt;&amp;1 &gt; saidadodump.txt</pre>
<p>Observe o redirecionador especial &#8220;2&gt;&amp;1&#8243; (algarismo 2, sinal maior que, E comercial e o algarismo 1).</p>
<p>Caso você não tenha uma base de dados para testar, ou mesmo que tenha se ela não gerar erros, você pode testar este comando enviando um ping para o roteador da sua rede. Deixe-o pingando e depois desconecte o seu computador da rede por alguns segundo enquanto ele ainda está pingando.</p>
<p>Com a primeira alternativa você verá os erros em um arquivo e os sucessos em outro. Com a segunda alternativa estará tudo no mesmo arquivo.</p>
<h3>Enviando para lugar nenhum</h3>
<p>Pode soar estranho, mas não só é possível, como muito útil enviar certas saídas para um grande e sombrio buraco negro, popularmente conhecido como &#8220;/dev/null&#8221;. Onde elas não poderão mais sair e atrapalhar nossa leitura.</p>
<p>Agora que já sabemos que temos saídas padrão e de erro, podemos experimentar este recurso. Pegando os exemplos anteriores, de dump de base de dados, se ao invés de salvar as saídas de erro eu as quisesse ignorar completamente bastaria substituir o &#8220;2&gt; errosnodump.txt&#8221; ou &#8220;2&gt;&amp;1&#8243; por 2&gt;/dev/null.</p>
<p>Todas as mensagens de erro serão redirecionadas para o dispositivo virtual &#8220;null&#8221; que aponta para lugar nenhum. Em algumas situações talvez você queira descartar a saída padrão e ficar a penas com a saída de erros. Neste caso bastaria trocar o &#8220;2&gt;&#8221; pelo &#8220;&gt;&#8221; e nada mais.</p>
<h3>Últimas palavras</h3>
<p>Isto ai é o essencial que qualquer usuário de linha de comandos precisa saber,agora você precisa procurar conhecer todas as ferramentas disponíveis em seu sistema para conectá-las através destes redirecionadores. Assim você conseguirá fazer milagres na telinha preta.</p>
<p>Divirtam-se.</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Aumente o limite de respostas do OpenLDAP</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 17:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[OpenLDAP]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>

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		<description><![CDATA[Para gerenciar minha árvore LDAP eu uso alguns scripts que varrem toda a árvore usando o comando &#8220;getent passwd&#8221;. Até algum tempo atrás eles funcionavam muito bem, até que em dado momento comecei a notar que alguns usuários não eram afetados como esperava. Depois de quebrar a cabeça tentando encontrar o motivo achei a resposta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" alt="OpenLDAP logo" src="http://www.openldap.org/images/headers/LDAPworm.gif" width="244" height="96" />Para gerenciar minha árvore LDAP eu uso alguns scripts que varrem toda a árvore usando o comando &#8220;getent passwd&#8221;. Até algum tempo atrás eles funcionavam muito bem, até que em dado momento comecei a notar que alguns usuários não eram afetados como esperava. Depois de quebrar a cabeça tentando encontrar o motivo achei a resposta e com ela a solução. O OpenLDAP limita o número de resultados da pesquisa em 500 itens (ou algo próximo disso). Foi só alterar este valor e tudo estava resolvido.<span id="more-2276"></span></p>
<p>Pra quem não conhece, o comando &#8220;Getent&#8221; é um comando disponível em toda instalação Linux e permite consultar as bases de usuários, senha, grupos, aliases, hosts, redes, serviços e protocolos (respectivamente passwd, shadow, aliases, hosts, networks, services e protocols) usadas pelo seu sistema. Se, por exemplo, o seu sistema autentica usuários de uma base remota (como um servidor LDAP, por exemplo) e  você quer saber se ele está realmente encontrando os usuários, você precisará deste comando.</p>
<p>O meu problema era que se eu procurasse um usuário diretamente com o comando abaixo, que retorna os dados de um usuário especifico, os dados do usuário eram retornados sem problemas porém se eu omitisse o login do sujeito, na intenção de ver toda a listagem, ele limitava a algo em torno dos 525 (embora o limite padrão seja 500 e tenha encontrado relatos com diversos valores próximo disso) era este o problema.</p>
<pre>getent passwd meuusuario</pre>
<p>Se você tiver este problema, a solução é simples, rápida e não requer qualquer instalação ou compilação. Basta alterar o parâmetro SizeLimit do OpenLDAP, reiniciar o serviço (na verdade eu não tenho muita certeza se é necessário reiniciar) e mais nada. Todos seus usuários serão listados normalmente.</p>
<p>Como o meu servidor LDAP usa o novo formato de configuração eu tive entrar no diretório /etc/ldap/slapd.d/cn=config, editar o arquivo olcDatabase={-1}frontend.ldif e alterar o atributo &#8220;olcSizeLimit&#8221; que tinha o valor 500 para outro maior. No meu caso era suficiente colocar 1500, mas você pode colocar qualquer valor que resolva o seu problema, reinicie o serviço slapd e seja feliz.</p>
<p>Depois que se descobre o problema e como resolver é fácil achar as referências, então se precisar mais informações consulte as páginas abaixo:</p>
<p>OpenLDAP. <strong>Limits</strong>. <a href="http://www.openldap.org/doc/admin24/limits.html" target="_blank">http://www.openldap.org/doc/admin24/limits.html</a></p>
<p>Zitrax. <strong>LDAP configurations: olcSizeLimits</strong>. <a href="http://www.zytrax.com/books/ldap/ch6/#sizelimit" target="_blank">http://www.zytrax.com/books/ldap/ch6/#sizelimit</a></p>

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		<title>C Progressivo.net : Curso de C online para iniciantes, completo e gratuito</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2013 11:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem quer aprender a programar com a linguagem de programação mais flexivel do mundo da computação, eis ai a oportunidade de fazê-lo online e gratuitamente. Descobri sobre o site C Progressivo.net : Curso de C online para iniciantes, completo e gratuito em um artigo no site Br-Linux.org. Leia tambémGTK+BR: o fim da linhaC++ vs [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem quer aprender a programar com a linguagem de programação mais flexivel do mundo da computação, eis ai a oportunidade de fazê-lo online e gratuitamente. Descobri sobre o site <a title="Curso de C online para iniciantes" href="http://www.cprogressivo.net/p/curso-de-c-online-para-iniciantes.html" target="_blank">C Progressivo.net : Curso de C online para iniciantes, completo e gratuito</a> em um artigo no site Br-Linux.org.</p>

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		<title>Faça a Web trabalhar para você com IFTTT</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 13:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[IFTTT é o acrônimo para o site IF This Than That, ou em bom português &#8220;Se Isso Então Aquilo&#8221;. Descobri este site há algum tempo para automatizar tarefas na web e toda vez que o uso me lembro de uma frase dita pelo meu pai no auge de nossa ignorância digital, nos primeiros momentos de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/ifttt-logo.jpeg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2268" alt="Logotipo IFTTT" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/ifttt-logo-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>IFTTT é o acrônimo para o site <a title="IF This Than That" href="http://ifttt.com" target="_blank">IF This Than That</a>, ou em bom português &#8220;Se Isso Então Aquilo&#8221;. Descobri este site há algum tempo para automatizar tarefas na web e toda vez que o uso me lembro de uma frase dita pelo meu pai no auge de nossa ignorância digital, nos primeiros momentos de espanto com o que se poderia fazer com a Internet. &#8220;A Internet é mágica!&#8221;<span id="more-2262"></span></p>
<p>Isso foi a quase eternos 15 anos atrás quando ainda usava um modem Motorola para discar à 33kbps pela linha telefônica, na época, recentemente migrada para o padrão digital. E olha que na época não existiam nenhuma das ferramentas que temos hoje em dia para desenvolvimento de websites, ainda assim havia &#8220;magia&#8221;.</p>
<p>Ter o conhecimento de tudo ao alcance de meia dúzia de cliques só poderia ser realmente mágico. Mesmo depois de sair da ignorância digital e conhecer como as coisas funcionavam ainda assim eu continuava a ouvir aquela frase ecoando em minha mente.</p>
<p>Deixando o lado fantasioso da coisa e indo para o lado racional, tudo isso funciona graças a ferramentas como Ajax, HTML5, Flash entre outras. Estes são apenas alguns dos ingredientes citados em qualquer receita de poção mágica para Internet.</p>
<p>E por falar em magia, poção mágica, ingredientes e receitas, vamos voltar ao tópico que me propus a falar. O site IFTTT (Se Isto, Então Aquilo). O nome pode parecer estranho para quem não conhece de programação, mas tem tudo a ver com o seu propósito e o que é melhor é muito simples de se usar.</p>
<h3>Exemplos de uso</h3>
<p>Imagine a seguinte situação.Você tem um perfil no Facebook para onde envia dezenas fotos diariamente a partir do seu smartphone e depois nunca se lembra de salvar esta foto no seu computador. O IFTTT pode ajudá-lo monitorando o seu perfil e <strong>SE</strong> tiver uma nova foto no seu perfil, <strong>ENTÃO</strong> ele automagicamente a enviará para sua conta no Dropbox, ou para o seu e-mail, para o Google Drive ou qualquer outra coisa que você queria.</p>
<p>Em outro exemplo. Você quer que determinados e-mails sejam enviados como tarefas para o Wunderlist ou sejam salvos no Dropbox como arquivo texto etc; ou ainda quer escrever uma publicação no Facebook e replicá-la no Twitter, Tumblr, no blog WordPress ou qualquer outro lugar. Enfim &#8230; há milhões de possibilidades.</p>
<h3>Como funciona</h3>
<p>Uma vez que você tenha criado uma conta no site, você poderá criar suas receitas, ou usar uma das milhares já feitas por outros usuários que a compartilharam (você pode compartilhar ou não sua receita isso é opcional).</p>
<p>Os termos que você precisa lembrar são:</p>
<p><strong>Canal (Channel):</strong> Há cerca de 60 canais disponíveis que correspondem a sistemas web que permitem interação das mais diversas como E-mail, Dropbox, Delicious, Blogger, WordPress, RSS, Facebook, Twitter, Google Drive, Instapapper,  Evernote entre outros. Toda receita usa dois canais. Um na seção &#8220;This&#8221; que corresponde ao canal a ser monitorado e outro que será usado na seção &#8220;That&#8221;, este será o canal que vai realizar uma tarefa.</p>
<div id="attachment_2269" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/IFTTT-Channels.png"><img class="size-medium wp-image-2269 " alt="Canais do IFTTT" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/IFTTT-Channels-300x165.png" width="300" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">Alguns canais do IFTTT</p></div>
<p><strong>Gatilho (Trigger):</strong> Gatilho nada mais é que o evento que vai disparar a ação esperada (pode ser o fato de chegar uma nova notícia no seu feed, ou o recebimento de uma mensagem no Twitter, a atualização de status no seu Facebook etc). Os gatilhos são variados de acordo com o Canal escolhido então não dá pra descrever todos eles aqui. Em geral escolha o canal que você quer interagir e certamente o evento que você deseja monitorar estará lá.</p>
<p><strong>Ação (Action):</strong> Acho que o nome está bem claro e dispensa maiores comentários. Esta é a ação a ser executada quando um gatilho for disparado. Assim como ocorre com os gatilhos, as ações variam de acordo com o Canal e podem ser coisas como &#8220;publique no meu mural&#8221;, &#8220;envie-me um e-mail&#8221;, &#8220;tweet isso&#8221;, &#8220;salve a imagem no meu Dropbox&#8221;, &#8220;alerte-me pelo Google Talk&#8221; etc.</p>
<p><strong>Ingredientes (Ingredients):</strong> A maioria, senão todas as ações precisam de informações sobre o que será feito. Estas informações são os ingredientes e também dependem dos canais escolhidos (para ser mais especifico depende do canal do lado &#8220;This&#8221;). Se por exemplo minha receita vai monitorar o Twitter para atualizar Facebook, então os ingredientes são as informações que o Twiter pode fornecer sobre o meu status e não sobre o Facebook.</p>
<h3>Mãos na massa</h3>
<p>Não se preocupe o site todo é bem intuitivo e não tem como errar por muito tempo. Claro que você vai precisar testar as suas receitas até estar satisfeito, mas se errar basta alterá-las, ou excluir e criar denovo.</p>
<p>É importante deixar como aviso que alguns canais precisam ser ativados. O que significa que eles precisam autorização para certas atividades. Como por exemplo o Twitter, Facebook, Gmail precisam ser autorizados. Quem já andou brincando com estas ferramentas conhecem bem o que é, pois já devem ter visto inúmeras vezes as mensagens de pedido de autorização para acessar seu perfil. Não é nada demais, mas não custa avisar.</p>
<p>Agora é com você, clique no botão &#8220;Create&#8221; no topo da página e divirta-se, ou então clique em &#8220;Browse&#8221; e comece a explorar as receitas já existentes para aprender ou mesmo usá-las como queira.</p>

<div class="wp_rp_wrap  wp_rp_modern" ><div class="wp_rp_content"><h3 class="related_post_title">Leia também</h3><ul class="related_post wp_rp" style="visibility: visible"><li data-position="0" data-poid="in-866" data-post-type="none" ><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=866" class="wp_rp_thumbnail"><img src="yes" alt="Remando contra maré em grupos e listas de discussão" /></a><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=866" class="wp_rp_title">Remando contra maré em grupos e listas de discussão</a></li><li data-position="1" data-poid="in-1807" data-post-type="none" ><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=1807" class="wp_rp_thumbnail"><img width="150" height="150" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2012/02/redes-sociais-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="redes sociais" /></a><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=1807" class="wp_rp_title">Simplificando a vida online</a></li><li data-position="2" data-poid="in-2252" data-post-type="none" ><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=2252" class="wp_rp_thumbnail"><img width="150" height="150" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/evernote-logo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail" alt="Evernote-logo" /></a><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=2252" class="wp_rp_title">Evernote pede que seus usuários troquem suas senhas</a></li><li data-position="3" data-poid="in-1501" data-post-type="none" ><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=1501" class="wp_rp_thumbnail"><img width="146" height="37" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2011/08/logo_skoob.gif" class="attachment-thumbnail" alt="Skoob" /></a><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=1501" class="wp_rp_title">Skoob a rede social para leitores</a></li><li data-position="4" data-poid="in-2039" data-post-type="none" ><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=2039" class="wp_rp_thumbnail"><img width="111" height="51" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2012/06/awstats_logo.png" class="attachment-thumbnail" alt="logo do Awstats" /></a><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/?p=2039" class="wp_rp_title">Relatório de visita ao seu website com awstats</a></li></ul><div class="wp_rp_footer"><a class="wp_rp_backlink" target="_blank" href="http://www.zemanta.com/?wp-related-posts">Zemanta</a></div></div></div>
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		<title>Construindo firewalls seguros de forma rápida a partir de interface gráfica</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 12:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<category><![CDATA[firewall]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem todo mundo está disposto a abrir um editor de textos e escrever regras de firewall manualmente, mas muitas vezes a empresa também não tem dinheiro para investir em um appliance de firewall corporativo. Dentre as inúmeras saídas para este caso, uma solução que embora conheça há anos, somente agora, comecei a experimentar em um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" alt="Firewall Builder" src="http://www.fwbuilder.org/images/icon_72x72.png" width="72" height="72" />Nem todo mundo está disposto a abrir um editor de textos e escrever regras de firewall manualmente, mas muitas vezes a empresa também não tem dinheiro para investir em um appliance de firewall corporativo. Dentre as inúmeras saídas para este caso, uma solução que embora conheça há anos, somente agora, comecei a experimentar em um projeto piloto e que me deixou satisfeito, foi o &#8220;<a title="Firewall Builder" href="http://www.fwbuilder.org/" target="_blank">Firewall Builder</a>&#8220;, um programa standalone, que roda em Windows, Mac OS e Linux de onde você pode criar regras de firewall de forma visual para os principais firewalls do mercado, tal como iptables, pf, Cisco ASA, PIX, FWSM, ipfilter entre outros.<span id="more-2263"></span></p>
<p>O sistema de confecção de firewall é bem prático e de forma resumida seu funcionamento consiste em criar os objetos de sua rede na interface gráfica e então arrastá-los para a tabela de regras definindo a permissão ou negação como queira.</p>
<p>É importante destacar entretanto que esta ferramenta não é para iniciantes e o conhecimento de regras de firewall é fundamental. Por exemplo se você tiver sua rede com Ips inválidos e precisar colocar alguns servidores atrás deste firewall você vai apanhar por um bom tempo caso não crie as regras de repasse e de NAT corretamente, mas até isso é facilitado. Simplesmente teclado &#8220;X&#8221; é possível ver qual seria a regra criada, caso você criasse tudo na mão.</p>
<p>Dentre as inúmeras características as que mais me agradaram foram o fato de que ele cria as interfaces virtuais (quando você tem um servidor atrás do firewall e precisa que seu firewall tenha um novo endereço Ip válido para responder as requisições daquele servidor); se você já tiver um firewall pronto poderá importar as regras e com poucas ou nenhuma alteração passando a gerenciá-lo a partir do Fwbuilder; e uma vez que você tenha as regras definidas o próprio Firewall Builder se encarrega de enviar as novas regras para o servidor de firewall e executá-las remotamente.</p>
<p>Claro que não é só isso, ele tem muito mais recursos interessantes. Vale a pena dar um olhada no site, na documentação e até implementar.</p>

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		<title>Evernote pede que seus usuários troquem suas senhas</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Mar 2013 16:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Evernote]]></category>
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		<description><![CDATA[Evernote é um sistema online de anotações, que de tantos recursos e plataformas suportadas tornou-se popular, respeitado e &#8230; foco de ataques criminosos. Recebi esta manhã um aviso automático informando sobre uma grave vulnerabilidade no sistema que os fez forçar a troca de senha de todos os seus usuários, assim, no seu próximo login você [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/evernote-logo.jpeg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2258" alt="Evernote-logo" src="http://blog.welrbraga.eti.br/wp-content/uploads/2013/03/evernote-logo-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>Evernote é um sistema online de anotações, que de tantos recursos e plataformas suportadas tornou-se popular, respeitado e &#8230; foco de ataques criminosos. Recebi esta manhã um aviso automático informando sobre uma grave vulnerabilidade no sistema que os fez forçar a troca de senha de todos os seus usuários, assim, no seu próximo login você deverá ser pedido a trocar sua senha, não se assuste, apenas a troque para algo mais seguro e diferente do que era. Abaixo segue na integra a nota enviada a todos os usuários do sistema.<span id="more-2252"></span></p>
<blockquote>
<p id="yui_3_7_2_1_1362326954674_2337" align="left">Prezado Usuário Evernote,</p>
<p>O time de Operações e Segurança da Evernote recentemente descobriu e bloqueou uma atividade suspeita na rede da Evernote que parece ter sido uma tentativa coordenada de acessar áreas seguras do Serviço da Evernote.</p>
<p><b id="yui_3_7_2_1_1362326954674_2345">Como precaução para proteger seus dados, nós decidimos implementar uma redefinição das senhas. Por favor leia a seguir para detalhes e instruções.</b></p>
<p>Em nossa investigação de segurança, nós não encontramos nenhuma evidência de que o seu conteúdo armazenado na Evernote tenha sido acessado, modificado ou perdido. Nós também não temos nenhuma evidência de que dados de pagamento da Evernote Premium e Evernote Business tenham sido acessados.</p>
<p>A investigação mostrou, entretanto, que o(s) indivíduo(s) responsáveis foram capazes de acessar informações de usuários da Evernote, que incluem nomes de usuário, endereços de e-mail associados à conta Evernote, e senhas criptografadas. Ainda que a informação da senha tenha sido acessada, por favor note que todos as senhas salvas são protegidas por criptografia de &#8220;mão única&#8221; (Em termos técnicos, &#8220;hash&#8221; e &#8220;salt&#8221;).</p>
<p>Enquanto que nossa criptografia é robusta, nós estamos tomando um passo extra para garantir que seus dados pessoais continuem seguros. Isso significa que, em um exagero de cautela, nós estamos pedindo que todos os usuários redefinam suas senhas da conta da Evernote. Por gentileza crie uma nova senha logando-se em <a title="Evernote" href="http://evernote.com/intl/pt-br/" target="_blank" rel="nofollow">evernote.com</a>.</p>
<p>Depois de logar-se, você será solicitado a entrar com uma nova senha. Uma vez que você tenha redefinido sua senha em Evernote.com, você deverá entrar com essa nova senha nas outras aplicações da Evernote que você use. Nós também estamos distribuindo atualizações de vários dos nossos aplicativos para facilitar o processo de mudança de senha. Então, por favor, verifique as atualizações no decorrer das próximas horas.</p>
<p>Como tem se mostrado em eventos recentes com outros serviços de larga escala, este tipo de atividade está se tornando mais comum. Nossa responsabilidade em manter seus dados seguros é levada muito seriamente e nós estamos constantemente aprimorando a segurança de nossa infraestrutura para proteger a Evernote e o seu conteúdo.</p>
<p>Há também, alguns passos importantes que você pode tomar para garantir que seus dados em qualquer site, incluindo Evernote, mantenham-se seguros:</p>
<ul>
<li>Evite usar senhas simples baseadas em palavras de dicionário.</li>
<li>Nunca use a mesma senha em múltiplos sites ou serviços.</li>
<li>Nunca clique em solicitações de redefinição de senhas em e-mails &#8211; ao invés disso, vá direto ao site.</li>
</ul>
<p id="yui_3_7_2_1_1362326954674_2340" align="left">Muito obrigado por dispor de seu tempo lendo esse informe. Nós pedimos desculpas pela inconveniência da mudança de senha, mas, no fim das contas, nós acreditamos que este simples passo irá resultar em uma experiência mais segura com a Evernote. Se você tem qualquer dúvida, por favor não hesite em <a title="Evernote Suporte" href="http://evernote.com/contact/support/" target="_blank" rel="nofollow">contactar o Suporte da Evernote</a>.</p>
<p>O time da Evernote</p>
</blockquote>

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		<title>Mac OS lento na rede Samba</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 11:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Welington</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana eu me deparei com um problema intrigante em uma rede mista composta de estações Linux, Windows e Mac OS. O cliente reclamava que sem qualquer motivo aparente todas as suas estações Apple tornaram-se absurdamente lentas para acessar compartilhamentos Samba enquanto as estações Linux e Windows continuam o acesso normalmente. A solução foi mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana eu me deparei com um problema intrigante em uma rede mista composta de estações Linux, Windows e Mac OS. O cliente reclamava que sem qualquer motivo aparente todas as suas estações Apple tornaram-se absurdamente lentas para acessar compartilhamentos Samba enquanto as estações Linux e Windows continuam o acesso normalmente. A solução foi mais simples do que parecia e consistiu em apagar alguns arquivos irrelevantes que o sistema da Maça cria.<span id="more-2253"></span></p>
<p>Quando eu digo &#8220;tornaram-se absurdamente lento&#8221; entende-se que eu quero dizer que antes do problema os diretórios compartilhados eram carregados em 5 segundos e após o problema passaram a levar até 5 minutos. E não falo aqui de diretórios muito grandes não. O maior diretório tinha cerca de 500 arquivos JPG.</p>
<p>Depois de muito pesquisar a relação entre os sistemas Apple e o Samba e também testar várias otimizações no smb.conf do servidor a conclusão que cheguei era que definitivamente o problema era o Mac e não o servidor. Então passei a procurar no Google simplesmente por &#8220;mac lento&#8221;, &#8220;otimizar mac&#8221; etc. Até que encontrei umas discussões em forums sobre uns arquivos de metadados que o Mac cria em qualquer disco externo formatado como FAT ou unidades de rede remotas SMB/CIFS.</p>
<p>Trata-se dos arquivos .DS_Store e ._nomedoarquivooriginal. O primeiro é criado pelo &#8220;Finder&#8221;, gerenciador de arquivos do Mac OS, para armazenar atributos da pasta onde ele está, como seu papel de parede, posição dos ícones etc &#8211; você deve encontrar um arquivo por pasta que o Finder resolva mexer; o segundo é para armazenar atributos individuais para cada arquivo, assim se você tiver um arquivo &#8220;Praia com a galera.jpg&#8221; você também terá um arquivo &#8220;._Praia com a galera.jpg&#8221; contendo metadados sobre o primeiro arquivo. Veja que estes arquivos são invisíveis pelo Mac. Você só os encontrará no servidor samba, pela linha de comandos, ou usando um gerenciador de arquivos gráfico que permita listar arquivos ocultos.</p>
<p>Todos os textos que li sobre otimização do Mac (nenhum deles oficial) sempre indicavam a exclusão destes arquivos. Em uma nova conversa com o cliente descobri que por algum tempo ele excluia estes arquivos manualmente pois eram &#8220;muito chatos&#8221;, mas ele acabou desistindo de apagá-los porque sempre apareciam denovo. Bingo! achei o motivo da lentidão e quando ela começou a aparecer.</p>
<p>Após convencer o cliente que este era o motivo da lentidão e conseguir sua autorização para removê-los, eu os removi a partir da linha de comandos do servidor Samba:</p>
<pre>find /mnt/storage -type f -iname ".ds_store" -delete</pre>
<pre>find /mnt/storage -type f -iname "._*" -delete</pre>
<p>Adicionei uma regra &#8220;veto files&#8221; na seção global do smb.conf impedindo a criação destes arquivos novamente:</p>
<blockquote><p>veto files = /.DS_Store/._*/</p></blockquote>
<p>E após reiniciar o serviço samba o problema estava resolvido.</p>
<pre>service samba restart</pre>
<p>ou, dependendo do seu S.O.:</p>
<pre>service smb restart</pre>
<pre>service nmb restart</pre>
<p>Foi só acessar o compartilhamento a partir de qualquer estação Mac OS e mostrar ao cliente que o trabalho estava concluído com sucesso.</p>
<p>Adicionalmente a isso, há no site da Apple[1] e em alguns outros sites uma dica para fazer o Mac OS não criar estes arquivos. A linha de comandos abaixo deve ser rodada na linha de comandos de cada estação Mac OS. Como teria que rodar isso em todas as estações eu optei por não executá-la, mas que ela fique aqui registrada para o caso de ser necessário usá-la futuramente:</p>
<pre>defaults write com.apple.desktopservices DSDontWriteNetworkStores true</pre>
<p>É importante lembrar, que excluir aqueles arquivos fará com que os usuários percam a capacidade de destacar arquivos com cores diferentes e fazer anotações sobre eles (por isso eu primeiro pedi autorização ao cliente) entretanto já podem acessar os seus dados mais rápido. Trocamos usabilidade por performance.</p>
<p>[1] Apple. Mac OS X v10.4 and later: How to prevent .DS_Store file creation over network connections. http://support.apple.com/kb/HT1629</p>

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